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	<title>Diretorio de Arte</title>
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	<description>Diretorio de arte, tudo que você precisa saber sobre o mundo da arte está aqui!</description>
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		<title>Mosaico Mural de Véra Oliveira &#8211; II</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 01:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o tema História da Medicina Veterinária no Brasil, o Mosaico Infirmi Sanos Docent é uma síntese dos elementos que formaram o panorama que atualmente apresenta a Medicina Veterinária em nosso país. Estela De Hamurabi. Foto de Cláudia Lopes, 2011. Influências da Antiguidade Da história da humanidade, o mural destaca as influências do código de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tema História da Medicina Veterinária no Brasil, o Mosaico <em><strong>Infirmi Sanos Docent</strong></em> é uma síntese dos elementos que formaram o panorama que atualmente apresenta a Medicina Veterinária em nosso país.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/13-Cópia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-577" title="13 - Cópia" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/13-Cópia-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Estela De Hamurabi. Foto de Cláudia Lopes, 2011.</p>
<p><strong>Influências da Antiguidade</strong><br />
Da história da humanidade, o mural destaca as influências do código de HAMURABI (1700 AC), originário da Babilônia, capital da antiga Mesopotâmia, onde são registradas referências à remuneração e às responsabilidades atribuídas aos &#8220;Médicos dos Animais&#8221; e, do Antigo Testamento, o texto bíblico de Gênesis 6,20 sobre a preservação dos animais.</p>
<p>Já na história do Brasil identificamos os elementos religiosos que inserimos no mapa. São as figuras dos padroeiros dos veterinários, Santo Egídio e São Brás; a fachada do 1º hospital veterinário no Brasil, localizado em Olinda, PE; seu fundador, o abade D. Pedro Roeser e o Tenente-Coronel João Muniz Barreto de Aragão, patrono do Serviço Veterinário do Exército.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/19.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-582" title="19" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/19-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>O 1º hospital e seu fundador</strong></p>
<p><span id="more-574"></span><br />
Em 1911, em Olinda, Pernambuco, a Congregação Beneditina Brasileira do Mosteiro de São Bento, através do Abade D. Pedro Roeser, sugere a criação de uma instituição destinada ao ensino das ciências agrárias, ou seja, Agronomia e Veterinária.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/14.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-583" title="14" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/14-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p><strong>Dom Pedro Roeser</strong><br />
Dom Pedro Roeser, OSB (1870 – 1955), com sua iniciativa, buscava soerguer a agricultura e a veterinária no Nordeste brasileiro. E, em 1912, funda a Escola Agrícola e Veterinária do Mosteiro de São Bento de Olinda, nos moldes das escolas alemãs, e, para tanto, trouxe especialistas europeus para formar o corpo docente da escola.<br />
D. Pedro Roeser foi Abade de Olinda de 1907 a 1933.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/15.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-585" title="15" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/15-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p><strong>Tenente-Coronel João Muniz Barreto de Aragão, Patrono do Serviço Veterinário do Exército</strong></p>
<p>Muniz de Aragão, baiano de Santo Amaro, criou a Escola de Veterinária do Exército. Realizou o estudo do mormo no homem e a sobrevivência do rebanho equino brasileiro. A ele também deve-se a criação do Serviço de Defesa Sanitária Animal no Brasil e a fundação da Sociedade Médico-Cirúrgica Militar (em 17 de agosto de 1915).<br />
Muniz de Aragão não era veterinário, mas sim um médico iluminado que criou, no exército do início do século, um quadro de especialistas em patologia animal. Uma idéia inédita de um homem de visão que, partindo praticamente do nada, dedicou-se a cuidar da saúde da cavalhada militar e da melhora das condições sanitárias dos quartéis, na inspeção de alimentos e forragens, na eliminação de agentes infecciosos e na pesquisa e produção de soros e vacinas.<br />
Encarregado pelo Presidente da República, marechal Hermes da Fonseca, Muniz de Aragão organizou, para o Ministério da Agricultura, o Serviço de Defesa Sanitária Animal e de Produtos de Origem Animal, o que produziu reflexos positivos na saúde pública e no desempenho da economia brasileira.<br />
Sob o ponto de vista da economia nacional, esse trabalho de Muniz de Aragão teve logo repercussão prática: o Brasil, podendo garantir a qualidade dos seus produtos de origem animal, passou, em pouco tempo, a ser um dos maiores exportadores mundiais de carne bovina congelada e derivados, tanto para a Europa, grandemente necessitada por causa da I Guerra Mundial, como para os Estados Unidos.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/16.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-586" title="16" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/16-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p><strong>Santo Egídio (Saint-Gilles)</strong></p>
<p>Santo Egídio viveu na França, no séc. VII. Foi Abade do Monastério Beneditino de Rio Rhône, onde hoje está o Monastério de Saint-Gilles.<br />
Seu emblema é uma corsa, e a tradição assim nos conta:<br />
Vivendo como eremita, Santo Egídio tinha como companhia uma corsa que se refugiava das caçadas organizadas pela realeza.<br />
Certo dia um dos caçadores do rei dos visigodos da Espanha, atirou uma flecha certeira na corsa. Mas, em vez do animal morto, diz a tradição que encontraram Santo Egídio ferido. Ele teria desviado a flecha em sua direção de modo  a trespassar a sua mão e não a corça.<br />
Impressionado com o milagre, o rei Wamba ordenou construir um pequeno monastério para Egídio.<br />
Foi um dos santos mais populares da Idade Média, vários milagres são creditados a sua intercessão. Santo Egídio é padroeiro dos Veterinários juntamente com São Brás.<br />
Sua festa é celebrada no dia 1 de setembro.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/20.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-587" title="20" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/20-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p><strong>SÂO BRÁS (Saint-Blaise)</strong><br />
Nasceu na cidade de Sebaste, Armênia, no final do século III. São Brás, primeiramente, foi médico. Mas depois de certo tempo tentando conciliar sua profissão e a busca por Deus, Brás discerniu que precisava se retirar e recolheu-se no Monte Argeu, em penitência e oração.<br />
Mas,ao falecer o bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, buscou-o para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo.<br />
São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. O prefeito de Sebaste, pretendendo agradar ao imperador, por saber da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados em perseguição para o Monte Argeu, lugar onde esse grande santo fez sua casa episcopal.<br />
Um anjo recomendou a São Brás que se escondesse nas colinas. Ele assim o fez. Mas um fato estranho fez com que seus perseguidores o encontrassem: avistaram uma caverna cercada de animais selvagens. Aproximaram-se e viram dentro da caverna outros tantos animais, mas doentes e São Brás caminhando entre eles sem ser atacado.<br />
São Brás foi preso, torturado e condenado a definhar de fome. Em 316, foi decapitado.<br />
Ele é padroeiro dos animais selvagens e padroeiro dos Veterinários juntamente com Santo Egídio.<br />
O dia de sua festa é 3 de fevereiro na Igreja Católica Apostólica Romana e 11 de fevereiro na Igreja Ortodoxa.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/P5050123.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-592" title="P5050123" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/P5050123-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>Símbolo da Medicina Veterinária</strong></p>
<p>E finalizando, temos o símbolo do CFMV, de múltiplos significados, lembrando os segredos da vida terrena, a ressurreição, o auxílio e o suporte da assistência dada pelo médico ao paciente.<br />
Enfatiza também as qualidades do profissional veterinário : a prudência, a vigilância, a sabedoria e sua missão na manutenção da vitalidade, do poder de regenerescência e preservação da saúde.<br />
Fontes:<br />
- Informações extraídas de artigos do Médico Veterinário e  Historiador Percy Infante Hatschbach.<br />
- http://www.cfmv.org.br/portal/historia.php.<br />
- http://www.exercito.gov.br/web/guest/aragao-servico-de-veterinaria<br />
– http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br<br />
Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)<br />
-La Bible et les Saints, Encyclopédie Tout l&#8217;Art, Flammarion,   Gaston Duchet-Suchaux, Michel Pastoureau, 1994</p>
<p style="text-align: right;">Pesquisa e texto: Véra Oliveira<br />
Fotos: Cláudia Lopes</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/P5190069.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-590" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/P5190069-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Odilon, Véra, Fabiano, Marly e Nilda.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/4-Cópia-Cópia-Cópia-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-589" title="4 - Cópia - Cópia - Cópia (2)" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/4-Cópia-Cópia-Cópia-2-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p>Gisa, Marly, Nilda e Véra.</p>
<p>Mosaico Mural INFIRMI SANOS DOCENT</p>
<p>Criação, desenho e direção: Véra Oliveira<br />
Integraram a equipe junto a Véra Oliveira: Gisa Zanon, Marly Vieira, Nilda Lopes, Odilon Oliveira e Fabiano Lopes<br />
Brasília, 14 de maio de 2011</p>
<p>Ateliê Véra Oliveira<br />
CLN 309 Bloco C Lj. 14 – Galeria<br />
Brasília – DF CEP 70755-530<br />
(61) 3273-1326 e 9985-0214 e 8141-8570<br />
diveraoliveira@gmail.com<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Localização do Mosaico Mural:</strong><br />
CFMV<br />
SIA Trecho 6 &#8211; Lotes 130/140 &#8211; Brasília/DF<br />
Horário para visitas: 08h às 12h &#8211; 13h às 17h de segunda a sexta-feira.</p>
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		<title>Mosaico Mural de Véra Oliveira</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 12:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes-Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Mosaico]]></category>
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		<description><![CDATA[INFIRMI SANOS DOCENT. Mural em mosaico para o CFMV, no Ano Internacional da Medicina Veterinária. Sobre o mural: O mural de aproximadamente 12 m² apresenta o tema História da Medicina Veterinária no Brasil. O mosaico foi confeccionado em pastilhas de vidro e porcelana sobre tecido de fibra de vidro, e afixado em placas cimentícias. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/1-Cópia-Cópia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-566" title="1 - Cópia - Cópia" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/1-Cópia-Cópia-189x300.jpg" alt="" width="189" height="300" /></a></p>
<p>INFIRMI SANOS DOCENT. Mural em mosaico para o CFMV,<br />
no Ano Internacional da Medicina Veterinária.</p>
<p><span id="more-564"></span>Sobre o mural:<br />
O mural de aproximadamente 12 m² apresenta o tema História da Medicina Veterinária no Brasil.<br />
O mosaico foi confeccionado em pastilhas de vidro e porcelana sobre tecido de fibra de vidro, e afixado em placas cimentícias.<br />
O título da obra mural : INFIRMI SANOS DOCENT, refere-se à inscrição vista na fachada do 1º hospital veterinário no Brasil, em uma das raras fotografias de um dos prédios que compunham a Escola Superior de Medicina Veterinária São Bento de Olinda.<br />
Tradução da inscrição Infirmi sanos docent:  os enfermos ensinam os sãos.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/PainelMosaico-7.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-567" title="PainelMosaico (7)" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/PainelMosaico-7-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
Trata-se de um mosaico pictorial em que cada pedra equivale a uma pincelada de tinta. É uma obra de porte, carregada de conteúdo, tanto explícito como iconográfico.<br />
Vai muito além de uma função decorativa. Tem um caráter didático ao incitar questionamentos e reflexões. A obra pede um segundo olhar, pede que nossos olhos passeiem pelo mosaico, pois há sempre novas descobertas a serem feitas.<br />
A coleta e seleção de materiais foi uma fase que recebeu cuidadosa atenção ao reunir mais de cem variedades de tesselas, compondo a bela paleta de cores e texturas que caracteriza a técnica aplicada: mosaico pictorial.<br />
O mural é uma aula de história, e também de teoria da cor.<br />
Na execução foram usadas técnicas do mosaico romano, como opus tesselatum, opus circumactum e opus vermiculatum e também de mosaico bizantino, provocando luzes, sombras e reflexos inesperados.<br />
O mosaico de 11,6m² foi executado em 120 dias pelo Ateliê de Véra Oliveira no Espaço Cultural Lendo &amp; Pintando. (Texto de Véra Oliveira)</p>
<p>******************<br />
2011 &#8211; Ano Mundial da Veterinária.<br />
No ano em que se comemoram  os 250 anos da Medicina Veterinária, a Presidência do Conselho Federal de Medicina Veterinária, na pessoa do Dr. Benedito Arruda marca esta efeméride entregando à classe médico-veterinária e a população uma obra que honra nossa capital. E, para tanto, confiou o projeto à artista plástica Véra Oliveira.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/11-Cópia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-568" title="11 - Cópia" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2011/09/11-Cópia-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Ateliê Véra Oliveira<br />
CLN 309 Bloco C Lj. 14 – Galeria<br />
Brasília – DF CEP 70755-530<br />
(61) 3273-1326 e 9985-0214 e 8141-8570.<br />
diveraoliveira@gmail.com</p>
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		<title>Bill Buckingham</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 20:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bill Buckingham. Luke, 2007. A comunidade mundial do mosaico lamenta a partida de um dos mais atuantes mosaicistas de nossa época. Artista, professor, empreendedor, Bill Buckingham despediu-se de nós no dia 8 de outubro de 2010. Bill inspirou e motivou artistas. Seu projeto Mosaic Art reuniu em cd&#8217;s anuais centenas de obras em mosaico de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-553" title="luke" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/10/luke-263x300.jpg" alt="luke" width="263" height="300" /></p>
<p>Bill Buckingham. <em>Luke, 2007.</em></p>
<p>A comunidade mundial do mosaico lamenta a partida de  um dos mais atuantes mosaicistas de nossa época.<span id="more-552"></span> Artista, professor,  empreendedor, <a href="http://www.mosaicartnow.com/" class="extlink">Bill Buckingham</a> despediu-se de nós no dia 8 de outubro de  2010.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-554" title="billbuckingham" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/10/billbuckingham-150x150.jpg" alt="billbuckingham" width="150" height="150" /></p>
<p><a href="http://mosaicartnow.blogspot.com/" class="extlink">Bill inspirou</a> e motivou artistas.</p>
<p>Seu projeto Mosaic Art reuniu em cd&#8217;s anuais centenas de obras em mosaico de artistas do mundo todo.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-555" title="dayonethebirthoflight" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/10/dayonethebirthoflight-185x300.jpg" alt="dayonethebirthoflight" width="185" height="300" /></p>
<p><em>Day One: The Birth of Light</em>, 2008</p>
<p>Bill, empreendedor generoso, fará muitos mosaicos no céu.</p>
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		<title>Semiótica &#8211; o que é?</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/literatura/semiotica-o-que-e/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 00:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1983, a Editora Brasiliense publicou, na Coleção Primeiros Passos, “O que é semiótica” de Lúcia Santaella. A seqüência xerográfica “Memorial de Areias – III”, que ilustra a obra, e a capa são de Ettore Bottini. A autora, Lúcia Santaella,  é formada em Letras pela Universidade Católica de São Paulo, onde também doutorou-se na área [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Em 1983, a Editora Brasiliense publicou, na Coleção Primeiros Passos, “O que é semiótica” de Lúcia Santaella.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="alignnone size-medium wp-image-545" title="o-q-e" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/09/o-q-e-216x300.jpg" alt="o-q-e" width="216" height="300" /></p>
<p style="text-align: left;">A seqüência xerográfica “Memorial de Areias – III”, que ilustra a obra, e a capa são de Ettore Bottini.<span id="more-540"></span> A autora, Lúcia Santaella,  é formada em Letras pela Universidade Católica de São Paulo, onde também doutorou-se na área de Teoria Literária em 1973.<br />
Em 1993, defendeu tese como livre-docente na ECA – USP, sobre o tema Metodologia Semiótica – Fundamentos.<br />
Pesquisadora incansável, Santaella busca compartilhar a riqueza do fruto de suas investigações. Dá-nos subsídios para que trilhemos o próprio caminho nesse campo do saber ainda tão novo para muitos de nós, a Semiótica.</p>
<p><strong>Expressões – chave:</strong></p>
<p>Linguagem / Signo.<br />
Diálogo com a tradição.<br />
Dinamismo / Interdependência.<br />
Factualidade.<br />
Cosmologia Evolutiva.<br />
Lógica / Semiótica.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-543" title="copia-2-de-digitalizar0054-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/09/copia-2-de-digitalizar0054-small-300x287.jpg" alt="copia-2-de-digitalizar0054-small" width="300" height="287" /></p>
<p>Véra Oliveira. Detalhe da obra <em>Os afluentes de um rio chamado Brasil</em>.</p>
<p><strong>Resumo</strong>:<br />
Entre a sede de conhecimento e a avalanche de informações de nossa época, percebemos o impasse em que se encontra o homem.  Dois caminhos apresentam-se: a alienação ou uma nova abordagem para estruturar o conhecimento.<br />
Essa abordagem é a semiótica, que não analisa a substância do objeto, mas sim as características universalmente identificadas, de acordo com Charles Sanders Peirce.<br />
Tais características seriam a Primeiridade ou impressão original;  a Secundidade ou reação e relação factual e Terceiridade, quando ocorre o pensamento em signos e a tendência a assumir hábitos.<br />
No exemplo citado por Santaella à página 68, temos: “o azul, simples e positivo azul, é um primeiro (primeiridade). O céu, como lugar e tempo, aqui e agora, onde se encarna o azul, é um segundo (secundidade). A síntese intelectual, a elaboração cognitiva – o azul no céu, ou o azul do céu” – no teu olhar – é um terceiro (terceiridade). É nessa categoria, terceiridade, que a consciência produz um signo após a mediação entre homem e fenômeno (percepção).<br />
Partindo do entendimento dessas três categorias, há uma outra tricotomia, muito divulgada e minunciosamente estudada por Peirce e Santaella. São elas: o quali-signo, o sin-signo e o legi-signo. E, quando relacionados ao objeto, temos o ícone, o índice e o símbolo.<br />
O livro O que é semiótica busca veicular os conceitos básicos para a compreensão dessa teoria lógica, filosófica e científica da linguagem, a semiótica. Ao terminar essa leitura, já não analisamos nossas experiências estéticas com a ingenuidade e o descomprometimento anteriores e, percebemos de forma clara, que foi apenas um primeiro passo.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-544" title="copia-de-copia-de-digitalizar0054-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/09/copia-de-copia-de-digitalizar0054-small-253x300.jpg" alt="copia-de-copia-de-digitalizar0054-small" width="253" height="300" /></p>
<p>Véra Oliveira. <em>Os afluentes de um rio chamado Brasil</em>, Técnica mista, 2000.</p>
<p><strong>Factualidade:</strong><br />
Santaella, diante do crescimento contínuo do universo do conhecimento e com a perplexidade do homem em seu desejo de compreensão, luta pela qualificação das linguagens não verbais, seu dinamismo e interdependência.<br />
Santaella afronta o subgrupo oficial, ao lançar ferramentas que tornem operacionais suas idéias e as de Charles Peirce. Ambos lutam para que o conhecimento não seja monopólio de grupos, classes ou nações.<br />
O objetivo maior de Peirce foi a criação de uma teoria dos signos que promovesse a compreensão de todas as ciências, tornando assim o conhecimento como acervo da espécie humana, algo possível.<br />
Mesmo rompendo com tantos aspectos como a estaticidade, a noção de terminalidade, de suficiência, de particularidade, Santaella não abandona a tradição. Ao contrário, é a partir do estudo do signo desde Platão, que Peirce observa fenômenos, analisa e postula suas categorias semióticas.<br />
Da mesma forma, Santaella reverencia a memória coletiva, de suma importância para seu processo de investigação, totalmente embasado na fenomenologia. Essa valoração das experiências do passado lembra-nos Dali: “Tudo aquilo que não brota da tradição é plágio”.</p>
<p>SANTAELLA, Lúcia. <em>O que é semiótica?.</em> 2ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1984, 115 p. (Col. Primeiros Passos)</p>
<p style="text-align: right;">Véra Regina de Oliveira</p>
<p style="text-align: right;">Brasília (DF), 16/10/1996.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Para aqueles que buscam conhecer mais sobre a teoria dos signos, sugerimos algumas publicações:</p>
<p>SANTAELLA, Lúcia. <em>Estética de Platão a Peirce</em>. São Paulo: Experimento, 1994.</p>
<p>NÖTH, Winfried. <em>Panorama da semiótica</em>: de Platão a Peirce. São Paulo: Annablume, 1995.</p>
<p>PEIRCE, Charles Sanders. <em>Semiótica e filosofia</em>. São Paulo: Cultrix, 1972.</p>
<p>ECO, Umberto. <em>Tratado geral de semiótica</em>. São Paulo: Perspectiva, 1991.</p>
<p>PLAZA, Julio. <em>Tradução intersemiótica</em>. São Paulo: Perspectiva, 2001.</p>
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		<title>Um castelo feudal no Brasil: Garcia d&#8217;Ávila</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 22:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi Garcia d’Ávila, integrante da comitiva de Tomé de Souza que, em 1551 construiu a fortaleza da Casa da Torre, ou Castelo Garcia d’Ávila. Fortaleza Garcia d&#8217;Avila Foi Garcia d’Ávila, integrante da comitiva de Tomé de Souza que, em 1551 construiu a fortaleza da Casa da Torre, ou Castelo Garcia d’Ávila, no ponto mais alto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi Garcia d’Ávila, integrante da comitiva de Tomé de Souza que, em 1551  construiu a fortaleza da Casa da Torre, ou Castelo Garcia d’Ávila.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-516" title="p1050008-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050008-small-300x225.jpg" alt="p1050008-small" width="300" height="225" /></p>
<p>Fortaleza Garcia d&#8217;Avila <span id="more-514"></span></p>
<p>Foi Garcia d’Ávila, integrante da comitiva de Tomé de Souza que, em 1551 construiu a fortaleza da Casa da Torre, ou Castelo Garcia d’Ávila, no ponto mais alto do litoral baiano, enseada de Tatuapara, hoje conhecido como Praia do Forte, de grande importância estratégica para a colônia que vinha se formando a partir de Salvador.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-520" title="p1050004-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050004-small-300x225.jpg" alt="p1050004-small" width="300" height="225" /></p>
<p>Maquete da Casa da Torre.</p>
<p>Da Casa da Torre observava-se o movimento de embarcações que se aproximavam do Porto da Bahia.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-521" title="p1050019-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050019-small-300x225.jpg" alt="p1050019-small" width="300" height="225" /></p>
<p>O Castelo além do importante papel na defesa da costa, também era ponto de partida de entradas e bandeiras, atividades que o transformaram na sede do maior latifúndio do mundo, com fazendas de plantio de coco e criação de gado, estendendo-se desde a Bahia até o Maranhão.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-522" title="p1050011-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050011-small-225x300.jpg" alt="p1050011-small" width="225" height="300" /></p>
<p>As obras de construção do Castelo foram concluídas em 1624, e hoje ainda pode-se encontrar em Mata de São João as ruínas deste patrimônio arquitetônico e histórico, também conhecido como Castelo da Torre, Castelo Garcia d’Ávila, Torre de Garcia d’Ávila, Solar da Torre ou Torre de Tatuapara.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-523" title="p1050024-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050024-small-300x225.jpg" alt="p1050024-small" width="300" height="225" /></p>
<p>O castelo é um exemplar único em estilo arquitetônico medieval nas Américas.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-524" title="p1050027-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050027-small-300x225.jpg" alt="p1050027-small" width="300" height="225" /></p>
<p><em>Observe-se a largura da parede, tendo como parâmetro o palmo.</em></p>
<p>As terras que hoje lhe pertencem eram no séc. XVIII parte dos municípios de Água Fria e Espírito Santo de Nova Abrantes, originários de missões de jesuítas; o último deu origem a Camaçari.<br />
A cidade é marcada por algumas curiosidades. Foi em Mata de São João que foi plantado no séc. XVI um dos cinco primeiros pés de coco-da-baía do Brasil. Além disso, Mata teve a honra de receber Dom Pedro II e a família real, que veio pela estrada férrea Leste Brasileiro.<br />
<img class="alignnone size-medium wp-image-525" title="p1050035-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050035-small-225x300.jpg" alt="p1050035-small" width="225" height="300" /><br />
Capela de Nossa Senhora da Conceição.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-526" title="p1050029-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050029-small-300x225.jpg" alt="p1050029-small" width="300" height="225" /></p>
<p>Teto da Capela.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-527" title="p1050028-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050028-small-225x300.jpg" alt="p1050028-small" width="225" height="300" /></p>
<p>Interior da Capela.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-528" title="p1050034-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050034-small-225x300.jpg" alt="p1050034-small" width="225" height="300" /></p>
<p>Detalhe do interior da Capela.</p>
<p><em>Chegamos à noite na Praia do Forte e fomos procurar uma pousada.<br />
Em uma daquelas que visitamos, havia um banner com a foto de ruínas e um site:</p>
<p>http://www.fgd.org.br/</p>
<p>Perguntamos sobre as ruínas mas não souberam informar. Anotei o site e seguimos à procura da pousada ideal. Encontramos um lindo lugar, a<a href="http://www.pousadacasadoforte.com.br" class="extlink"> Casa do Forte</a>, onde nos hospedamos e tivemos informações de como chegar às ruínas.</em></p>
<p><em>O castelo fica a três quilômetros da Vila e o acesso é pela estrada para a Linha Verde.</em></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-517" title="p1050020-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050020-small-225x300.jpg" alt="p1050020-small" width="225" height="300" /></p>
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		<title>Pintura a acrílico e PVA</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 00:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[No início do século XX, foram criadas na Alemanha, as primeiras fórmulas de resina acrílica. Morris Louis. Alpha Epsilon, acrílico sobre tela, 1960. Coleção do Museu de Arte Contemporânea, Los Angeles.  Levadas aos EUA, foram desenvolvidas e, em fins da década de 40, as primeiras tintas acrílicas foram disponibilizadas comercialmente. Helen Frankenthaler e Morris Louis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No início do século XX, foram criadas na Alemanha, as primeiras fórmulas de resina acrílica.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-494" title="morris-louis1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/morris-louis1-300x135.jpg" alt="morris-louis1" width="300" height="135" /><br />
Morris Louis. Alpha Epsilon, acrílico sobre tela, 1960. Coleção do Museu de Arte Contemporânea, Los Angeles.  <span id="more-493"></span></p>
<p>Levadas aos EUA, foram desenvolvidas e, em fins da década de 40, as primeiras tintas acrílicas foram disponibilizadas comercialmente.<br />
Helen Frankenthaler e Morris Louis estão entre os primeiros a experimentá-las.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-496" title="interior-landscape-frankenthaler" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/interior-landscape-frankenthaler.jpg" alt="interior-landscape-frankenthaler" width="268" height="300" /></p>
<p>Helen Frankenthaler. Interior Landscape, AST, 1964. SFMOMA.</p>
<p>Nos últimos anos da década de 60, o acrílico começou a ser usado na Grã-bretanha por artistas como David Hockney, Leonard Rosoman e Bridget Riley.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-499" title="david-hockneybeverly-hills-housewife" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/david-hockneybeverly-hills-housewife-300x147.jpg" alt="david-hockneybeverly-hills-housewife" width="300" height="147" /></p>
<p>David Hockney. <em>Beverly Hills Housewife</em>. Acrílico sobre duas telas, 1966. 183 x 366 cm</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-501" title="david-hockneybmp" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/david-hockneybmp-299x199.jpg" alt="david-hockneybmp" width="299" height="199" /></p>
<p>David Hockney pintando. Woldgate Wood, East Yorkshire, 2006. Foto de Jean-Pierre Gonçalves.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-504" title="blaze-1964-riley" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/blaze-1964-riley-265x300.jpg" alt="blaze-1964-riley" width="265" height="300" /></p>
<p>Bridget Riley. Blaze, 1964.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-505" title="riley_metamorphosis" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/riley_metamorphosis-288x300.jpg" alt="riley_metamorphosis" width="288" height="300" /></p>
<p>Bridget Riley. Metamorphosis, 1964.</p>
<p>Nos EUA, o acrílico foi perfeito para as imagens criadas por Andy Warhol e Roy Lichtenstein para representar a cultura popular americana.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-502" title="andy-warhol-knivesx" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/andy-warhol-knivesx-236x300.jpg" alt="andy-warhol-knivesx" width="236" height="300" /></p>
<p>Andy Warhol. Knives, ca.1981-82, acrílico e silkscreen ink sobre tela.  (51 x 41 cm.)</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-503" title="warhol-jaegger" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/warhol-jaegger.jpg" alt="warhol-jaegger" width="219" height="299" /></p>
<p>Warhol. Jagger.</p>
<p>A tinta acrílica deixou de ser um experimento para tornar-se um meio de pintura amplamente aceito no meio artístico.<br />
Atualmente, a tinta acrílica rivaliza com o óleo, pois conquistou a preferência de grandes artistas, graças às características que apresenta:<br />
- é solúvel em água;<br />
- tem secagem rápida;<br />
- pode ser aplicada sobre diferentes suportes;<br />
- tem se mostrado resistente e durável nos 50 anos de sua existência;<br />
- permite uma grande produção, pois não há necessidade de aguardar a secagem das camadas, já que é imediata.<br />
Temos também a nossa disposição as tintas PVA, feitas à base de uma resina, o acetato de polivinila. Professores de arte utilizam-nas a miúde em suas aulas.<br />
São excelentes na criação de painéis e murais.</p>
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		<title>Algum mosaico de Ventura&#8230;</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/mosaico/luiz-ventura-algum-mosaico/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 11:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mosaico]]></category>
		<category><![CDATA[artistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecemos o grande artista plástico brasileiro, Luiz Ventura, principalmente por suas pinturas. Apresentamos agora LUIZ VENTURA, o Mosaísta. Luiz Ventura. Moça de cabelos vermelhos, 2009. Mosaico em azulejo.Luiz Ventura. Graça Maria da Sebastiana, 2008. Porcelana e vidro. Luiz Ventura. Romântica, 2008. Porcelana e vidro. Luiz Ventura. Cadeado, 2008. Estudo em porcelana e vidro. Luiz Ventura. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecemos o grande artista plástico brasileiro, Luiz Ventura, principalmente por suas pinturas.</p>
<p>Apresentamos agora LUIZ VENTURA, o  Mosaísta.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-471" title="ventura-mos-6" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-6-300x234.jpg" alt="ventura-mos-6" width="300" height="233" /></p>
<p>Luiz Ventura.  <em>Moça de cabelos vermelhos</em>, 2009. Mosaico em azulejo.<span id="more-470"></span><img class="aligncenter size-medium wp-image-472" title="ventura-mos-1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-1-300x281.jpg" alt="ventura-mos-1" width="300" height="281" />Luiz Ventura.<br />
<em>Graça Maria da Sebastiana</em>, 2008. Porcelana e vidro.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-473" title="ventura-mos-5" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-5-300x281.jpg" alt="ventura-mos-5" width="300" height="281" /></p>
<p>Luiz Ventura. <em>Romântica</em>, 2008. Porcelana e vidro.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-474" title="ventura-mos-9" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-9-300x281.jpg" alt="ventura-mos-9" width="200" height="191" /></p>
<p>Luiz Ventura. <em>Cadeado</em>, 2008. Estudo em porcelana e vidro.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-475" title="ventura-mos-11" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-11-300x281.jpg" alt="ventura-mos-11" width="300" height="281" /></p>
<p>Luiz Ventura. <em>Cabeça bizantina</em>, 2008. Estudo em mosaico.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-476" title="ventura-mos-15" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-15-300x281.jpg" alt="ventura-mos-15" width="300" height="281" /></p>
<p>Luiz Ventura. <em>Galo Guerreiro</em>, 2009. Mosaico em azulejo., 2009.</p>
<p>Ventura é  pintor, desenhista,  gravador, mosaísta. Nasceu em 1930, em São Paulo.</p>
<p>Foi auxiliar de Clóvis Graciano, Di Cavalcanti e Portinari na execução de painéis e murais.<br />
Trabalha, atualmente, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, Brasil.</p>
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		<item>
		<title>Como criar uma obra de arte: os oito passos</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/historia-da-arte/como-barocci-criava-uma-obra-de-arte-os-oito-passos/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 02:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História da Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[Antigos mestres desenvolviam métodos de trabalho que os ajudassem a visualizar cenas históricas ou mitológicas. Um destes mestres foi Federico Barocci, um pintor do séc.XVI, que planejava suas pinturas seguindo oito passos, conforme relato de seu biógrafo, Bellori. Barocci. Madona. O Programa de Oito Passos de Barocci: Barocci. Cabeça de uma jovem. 1- Depois de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antigos mestres desenvolviam métodos de trabalho que os ajudassem a visualizar cenas históricas ou mitológicas. Um destes mestres foi Federico Barocci, um pintor do séc.XVI, que planejava suas pinturas seguindo oito passos, conforme relato de seu biógrafo, Bellori.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-464" title="madonna_barocci" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/madonna_barocci-199x300.jpg" alt="madonna_barocci" width="199" height="300" /></p>
<p><em>Barocci. Madona.<span id="more-463"></span></em><br />
O Programa de Oito Passos de Barocci:</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-466" title="head-of-a-young-woman-ravishingly-drawn-by-by-federico-barocci" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/head-of-a-young-woman-ravishingly-drawn-by-by-federico-barocci-186x300.jpg" alt="head-of-a-young-woman-ravishingly-drawn-by-by-federico-barocci" width="186" height="300" /><em></em></p>
<p><em>Barocci. Cabeça de uma jovem.</em></p>
<p>1- Depois de imaginar o que desejava pintar, Barocci fazia dezenas de esboços para trabalhar o gestual e a organização das figuras.</p>
<p>2- Fazia então estudos em carvão (pierre noir) ou pastel de modelos vivos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-467" title="barocci-c-1810" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/barocci-c-1810.bmp" alt="barocci-c-1810" /></p>
<p>3- A seguir, esculpia figurinos em miniatura em cera ou argila, detalhando cada drapeado dos pequenos trajes para ver como pareceria sob diferentes focos de luz.<br />
4- Procedia, então a um estudo da composição em gouache ou óleo, considerando principalmente as marcações de luz e sombra.</p>
<p>5- Terminado aquele estudo, Barocci produzia outro, um estudo tonal ou esboço (cartoon) em tamanho natural usando pastel, carvão e gesseto.</p>
<p>6- Transferia, então, seu desenho para a tela.</p>
<p>7- Mas antes de prosseguir com a pintura, Barocci ainda fazia pequenos estudos a óleo para estabelecer a relação entre as cores dentro de uma composição de total harmonia cromática, sem que nenhuma delas destoasse do todo.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-465" title="barocci-egito" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/barocci-egito-241x300.jpg" alt="barocci-egito" width="241" height="300" /></p>
<p><em>Federico Fiori Barocci. Descanso na fuga para o Egito, 1570.  Óleo. </em></p>
<p>8. E então continuava até finalizar a pintura.</p>
<p><em>Barocci pode ter sido mais meticuloso que alguns de seus contemporâneos, mas seu método de trabalho não era incomum, e possivelmente muitos artistas adotaram ao menos algumas destas etapas. Ele foi uma grande inspiração para Rubens e muitos outros que o seguiram, como William Bouguereau, Norman Rockwell e Dean Cornwell.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O giz pastel ou pastel seco</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/pastel/o-giz-pastel-ou-pastel-seco/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 00:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pastel]]></category>

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		<description><![CDATA[O giz pastel teve sua origem na Itália no século XVI, como desenvolvimento natural do giz para desenho. Barocci. A adoração dos magos, 1561-63. Pastel sobre papel azul (29,3 x 20,9 cm). Rijksmuseum, Amsterdã. Federico Barocci (1526-1612) foi o primeiro grande expoente a empregar o pastel, em uma época em que existia apenas nas cores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O giz pastel teve sua origem na Itália no século XVI, como desenvolvimento natural do giz para desenho.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-444" title="boracci_adorat-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/boracci_adorat-small-216x300.jpg" alt="boracci_adorat-small" width="216" height="300" /></p>
<p>Barocci. <em>A adoração dos magos</em>, 1561-63. Pastel sobre papel azul (29,3 x 20,9 cm). Rijksmuseum, Amsterdã.<span id="more-443"></span></p>
<p>Federico Barocci (1526-1612) foi o primeiro grande expoente a empregar o pastel, em uma época em que existia apenas nas cores branco, preto e encarnado.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-458" title="barocci-cristo-dando-as-chaves-a-pedro" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/barocci-cristo-dando-as-chaves-a-pedro-199x300.jpg" alt="barocci-cristo-dando-as-chaves-a-pedro" width="199" height="300" /></p>
<p>Barocci. <em>Cristo dando as chaves a São Pedro</em>. Pastel sobre papel azul.</p>
<p>O giz pastel ou pastel seco é obtido agregando pigmento em pó a um aglutinante (água em que se ferveu cevada, por exemplo).<br />
A pasta obtida é modelada em forma de cilindros.</p>
<p>Aplicado ao suporte, com o auxílio dos dedos ou de um esfuminho, o pigmento aloja-se nas fibras do papel usado como suporte.<br />
Usa-se um fixativo para que o pó não se solte e emoldura-se usando a proteção de um vidro.</p>
<p>A partir do séc. XVIII, a técnica do pastel alcançou grande popularidade sobretudo na França e, com Maurice-Quentin La Tour (1704-1788), atingiu em muitos retratos o auge do virtuosismo técnico.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-449" title="maurice_quentin_de_la_tour_auto-retrato-azul" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/maurice_quentin_de_la_tour_auto-retrato-azul-242x300.jpg" alt="maurice_quentin_de_la_tour_auto-retrato-azul" width="242" height="300" /></p>
<p>Maurice-Quentin La Tour . <em>Auto-retrato.</em> Pastel (64 × 53 cm). Museu de Picardie, Amiens.</p>
<p>No século XIX, o pastel foi utilizado na forma de técnica mista, com o uso simultâneo do óleo, guache e têmpera. O pastel atende às necessidades dos impressionistas, que registravam a diversidade cromática da natureza e os efeitos da luz.<br />
Foi usado em grande escala pelos impressionistas Cassatt, Degas, Redon, Renoir, Toulouse Lautrec e Whistler.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-450" title="cassatt-black-hat" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/cassatt-black-hat-214x300.jpg" alt="cassatt-black-hat" width="214" height="300" /><br />
Mary Cassatt. <em>O chapéu preto</em>, c. 1890. Pastel (61 x 45.5 cm)</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-453" title="degas-danseuses-a-la-barre" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/degas-danseuses-a-la-barre-225x300.jpg" alt="degas-danseuses-a-la-barre" width="225" height="300" /></p>
<p>Edgar Degas. <em>Bailarinas na barra</em>. Pastel, gouache e carvão (65.8 x 50 cm)</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-451" title="redon-portrait-ari-redon" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/redon-portrait-ari-redon-211x300.jpg" alt="redon-portrait-ari-redon" width="211" height="300" /></p>
<p class="MsoNormal">Odilon Redon. <em>Retrato de Ari Redon</em>, c. 1898. Pastel sobre papel azul pálido (44,8 x 30,8  cm).</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
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		<title>Collage ou Colagem: de George a João</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 02:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes-Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Colagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Colagem é a técnica que consiste em combinar com a pintura, colando à tela ou painel, elementos planos heterogêneos, como papel, recortes de jornal, tecidos&#8230; Georges Braque. Still Life, 1914. Colagem de cortes variados de aquarelas, carvão, grafite e óleo. 35,1 x 27,9 cm. Assinado no verso (centro) em carvão : G Braque É proveniente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Colagem é a técnica que consiste em combinar com a pintura, colando à tela ou painel, elementos planos heterogêneos, como papel, recortes de jornal, tecidos&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-432" title="braque-still-life-collage-1914" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/braque-still-life-collage-1914.jpg" alt="braque-still-life-collage-1914" width="207" height="256" /></p>
<p>Georges Braque. <em>Still Life</em>, 1914. Colagem de cortes variados de aquarelas, carvão, grafite e óleo. 35,1 x 27,9 cm. Assinado no verso (centro) em carvão : G Braque<span id="more-374"></span></p>
<p>É proveniente de uma atividade popular do século XIX, os papiers collés.</p>
<p>Entre 1910/12,  Georges Braque trabalhou com papier collés e colagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-433" title="braque_fruitdish_glass-collage-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/braque_fruitdish_glass-collage-small-220x300.jpg" alt="braque_fruitdish_glass-collage-small" width="220" height="300" /></p>
<p>Georges Braque. <em>Fruitdish and Glass</em>, 1912. Papier collé e carvão sobre papel. (public domain).<br />
Nas primeiras décadas do século XX,  a colagem foi empregada como forma de arte que se revelou riquíssima em possibilidades técnicas, estéticas e expressivas.<br />
No princípio, no entanto, não havia preocupação com a durabilidade do trabalho. Mas passada a fase de experimentação, a sobrevivência física da obra passou a ser considerada.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-435" title="joao-colagem-1-2004" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/joao-colagem-1-2004-211x300.jpg" alt="joao-colagem-1-2004" width="211" height="300" /></p>
<p><a href="http://www.vitrinedaarte.com.br/joao-colagem/" class="extlink">João Colagem</a>. 2004.</p>
<p>O suporte para a colagem (tela, papelão, e nos dias de hoje o madeirite ou MDF), o adesivo a ser usado, a escolha de papéis e seu preparo, o verniz de acabamento tornaram-se objeto de muito cuidado.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-436" title="joao-colagem-4-2004" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/joao-colagem-4-2004-246x300.jpg" alt="joao-colagem-4-2004" width="246" height="300" /></p>
<p>João Colagem, 2004.</p>
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