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	<title>Diretorio de Arte</title>
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	<description>Diretorio de arte, tudo que você precisa saber sobre o mundo da arte está aqui!</description>
	<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 12:48:08 +0000</pubDate>
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		<title>Um castelo feudal no Brasil: Garcia d&#8217;Ávila</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 22:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi Garcia d’Ávila, integrante da comitiva de Tomé de Souza que, em 1551  construiu a fortaleza da Casa da Torre, ou Castelo Garcia d’Ávila.

Fortaleza Garcia d&#8217;Avila 
Foi Garcia d’Ávila, integrante da comitiva de Tomé de Souza que, em 1551 construiu a fortaleza da Casa da Torre, ou Castelo Garcia d’Ávila, no ponto mais alto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi Garcia d’Ávila, integrante da comitiva de Tomé de Souza que, em 1551  construiu a fortaleza da Casa da Torre, ou Castelo Garcia d’Ávila.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-516" title="p1050008-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050008-small-300x225.jpg" alt="p1050008-small" width="300" height="225" /></p>
<p>Fortaleza Garcia d&#8217;Avila <span id="more-514"></span></p>
<p>Foi Garcia d’Ávila, integrante da comitiva de Tomé de Souza que, em 1551 construiu a fortaleza da Casa da Torre, ou Castelo Garcia d’Ávila, no ponto mais alto do litoral baiano, enseada de Tatuapara, hoje conhecido como Praia do Forte, de grande importância estratégica para a colônia que vinha se formando a partir de Salvador.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-520" title="p1050004-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050004-small-300x225.jpg" alt="p1050004-small" width="300" height="225" /></p>
<p>Maquete da Casa da Torre.</p>
<p>Da Casa da Torre observava-se o movimento de embarcações que se aproximavam do Porto da Bahia.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-521" title="p1050019-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050019-small-300x225.jpg" alt="p1050019-small" width="300" height="225" /></p>
<p>O Castelo além do importante papel na defesa da costa, também era ponto de partida de entradas e bandeiras, atividades que o transformaram na sede do maior latifúndio do mundo, com fazendas de plantio de coco e criação de gado, estendendo-se desde a Bahia até o Maranhão.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-522" title="p1050011-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050011-small-225x300.jpg" alt="p1050011-small" width="225" height="300" /></p>
<p>As obras de construção do Castelo foram concluídas em 1624, e hoje ainda pode-se encontrar em Mata de São João as ruínas deste patrimônio arquitetônico e histórico, também conhecido como Castelo da Torre, Castelo Garcia d’Ávila, Torre de Garcia d’Ávila, Solar da Torre ou Torre de Tatuapara.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-523" title="p1050024-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050024-small-300x225.jpg" alt="p1050024-small" width="300" height="225" /></p>
<p>O castelo é um exemplar único em estilo arquitetônico medieval nas Américas.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-524" title="p1050027-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050027-small-300x225.jpg" alt="p1050027-small" width="300" height="225" /></p>
<p><em>Observe-se a largura da parede, tendo como parâmetro o palmo.</em></p>
<p>As terras que hoje lhe pertencem eram no séc. XVIII parte dos municípios de Água Fria e Espírito Santo de Nova Abrantes, originários de missões de jesuítas; o último deu origem a Camaçari.<br />
A cidade é marcada por algumas curiosidades. Foi em Mata de São João que foi plantado no séc. XVI um dos cinco primeiros pés de coco-da-baía do Brasil. Além disso, Mata teve a honra de receber Dom Pedro II e a família real, que veio pela estrada férrea Leste Brasileiro.<br />
<img class="alignnone size-medium wp-image-525" title="p1050035-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050035-small-225x300.jpg" alt="p1050035-small" width="225" height="300" /><br />
Capela de Nossa Senhora da Conceição.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-526" title="p1050029-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050029-small-300x225.jpg" alt="p1050029-small" width="300" height="225" /></p>
<p>Teto da Capela.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-527" title="p1050028-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050028-small-225x300.jpg" alt="p1050028-small" width="225" height="300" /></p>
<p>Interior da Capela.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-528" title="p1050034-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050034-small-225x300.jpg" alt="p1050034-small" width="225" height="300" /></p>
<p>Detalhe do interior da Capela.</p>
<p><em>Chegamos à noite na Praia do Forte e fomos procurar uma pousada.<br />
Em uma daquelas que visitamos, havia um banner com a foto de ruínas e um site:<br />
http://www.fgd.org.br/<br />
Perguntamos sobre as ruínas mas não souberam informar. Anotei o site e seguimos à procura da pousada ideal. Encontramos um lindo lugar, a<a href="http://www.pousadacasadoforte.com.br" class="extlink"> Casa do Forte</a>, onde nos hospedamos e tivemos informações de como chegar às ruínas.</em></p>
<p><em>O castelo fica a três quilômetros da Vila e o acesso é pela estrada para a Linha Verde.</em></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-517" title="p1050020-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2010/06/p1050020-small-225x300.jpg" alt="p1050020-small" width="225" height="300" /></p>
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		<title>Pintura a acrílico e PVA</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/pintura/tintas-acrilicas-e-pva/</link>
		<comments>http://www.diretoriodearte.com/pintura/tintas-acrilicas-e-pva/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 00:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[No início do século XX, foram criadas na Alemanha, as primeiras fórmulas de resina acrílica.

Morris Louis. Alpha Epsilon, acrílico sobre tela, 1960. Coleção do Museu de Arte Contemporânea, Los Angeles.  
Levadas aos EUA, foram desenvolvidas e, em fins da década de 40, as primeiras tintas acrílicas foram disponibilizadas comercialmente.
Helen Frankenthaler e Morris Louis estão entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No início do século XX, foram criadas na Alemanha, as primeiras fórmulas de resina acrílica.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-494" title="morris-louis1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/morris-louis1-300x135.jpg" alt="morris-louis1" width="300" height="135" /><br />
Morris Louis. Alpha Epsilon, acrílico sobre tela, 1960. Coleção do Museu de Arte Contemporânea, Los Angeles.  <span id="more-493"></span></p>
<p>Levadas aos EUA, foram desenvolvidas e, em fins da década de 40, as primeiras tintas acrílicas foram disponibilizadas comercialmente.<br />
Helen Frankenthaler e Morris Louis estão entre os primeiros a experimentá-las.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-496" title="interior-landscape-frankenthaler" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/interior-landscape-frankenthaler.jpg" alt="interior-landscape-frankenthaler" width="268" height="300" /></p>
<p>Helen Frankenthaler. Interior Landscape, AST, 1964. SFMOMA.</p>
<p>Nos últimos anos da década de 60, o acrílico começou a ser usado na Grã-bretanha por artistas como David Hockney, Leonard Rosoman e Bridget Riley.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-499" title="david-hockneybeverly-hills-housewife" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/david-hockneybeverly-hills-housewife-300x147.jpg" alt="david-hockneybeverly-hills-housewife" width="300" height="147" /></p>
<p>David Hockney. <em>Beverly Hills Housewife</em>. Acrílico sobre duas telas, 1966. 183 x 366 cm</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-501" title="david-hockneybmp" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/david-hockneybmp-299x199.jpg" alt="david-hockneybmp" width="299" height="199" /></p>
<p>David Hockney pintando. Woldgate Wood, East Yorkshire, 2006. Foto de Jean-Pierre Gonçalves.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-504" title="blaze-1964-riley" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/blaze-1964-riley-265x300.jpg" alt="blaze-1964-riley" width="265" height="300" /></p>
<p>Bridget Riley. Blaze, 1964.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-505" title="riley_metamorphosis" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/riley_metamorphosis-288x300.jpg" alt="riley_metamorphosis" width="288" height="300" /></p>
<p>Bridget Riley. Metamorphosis, 1964.</p>
<p>Nos EUA, o acrílico foi perfeito para as imagens criadas por Andy Warhol e Roy Lichtenstein para representar a cultura popular americana.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-502" title="andy-warhol-knivesx" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/andy-warhol-knivesx-236x300.jpg" alt="andy-warhol-knivesx" width="236" height="300" /></p>
<p>Andy Warhol. Knives, ca.1981-82, acrílico e silkscreen ink sobre tela.  (51 x 41 cm.)</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-503" title="warhol-jaegger" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/10/warhol-jaegger.jpg" alt="warhol-jaegger" width="219" height="299" /></p>
<p>Warhol. Jagger.</p>
<p>A tinta acrílica deixou de ser um experimento para tornar-se um meio de pintura amplamente aceito no meio artístico.<br />
Atualmente, a tinta acrílica rivaliza com o óleo, pois conquistou a preferência de grandes artistas, graças às características que apresenta:<br />
- é solúvel em água;<br />
- tem secagem rápida;<br />
- pode ser aplicada sobre diferentes suportes;<br />
- tem se mostrado resistente e durável nos 50 anos de sua existência;<br />
- permite uma grande produção, pois não há necessidade de aguardar a secagem das camadas, já que é imediata.<br />
Temos também a nossa disposição as tintas PVA, feitas à base de uma resina, o acetato de polivinila. Professores de arte utilizam-nas a miúde em suas aulas.<br />
São excelentes na criação de painéis e murais.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Algum mosaico de Ventura&#8230;</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/mosaico/luiz-ventura-algum-mosaico/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 11:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mosaico]]></category>

		<category><![CDATA[artistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecemos o grande artista plástico brasileiro, Luiz Ventura, principalmente por suas pinturas.
Apresentamos agora LUIZ VENTURA, o  Mosaísta.

Luiz Ventura.  Moça de cabelos vermelhos, 2009. Mosaico em azulejo.Luiz Ventura.
Graça Maria da Sebastiana, 2008. Porcelana e vidro.

Luiz Ventura. Romântica, 2008. Porcelana e vidro.

Luiz Ventura. Cadeado, 2008. Estudo em porcelana e vidro.

Luiz Ventura. Cabeça bizantina, 2008. Estudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecemos o grande artista plástico brasileiro, Luiz Ventura, principalmente por suas pinturas.</p>
<p>Apresentamos agora LUIZ VENTURA, o  Mosaísta.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-471" title="ventura-mos-6" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-6-300x234.jpg" alt="ventura-mos-6" width="300" height="233" /></p>
<p>Luiz Ventura.  <em>Moça de cabelos vermelhos</em>, 2009. Mosaico em azulejo.<span id="more-470"></span><img class="aligncenter size-medium wp-image-472" title="ventura-mos-1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-1-300x281.jpg" alt="ventura-mos-1" width="300" height="281" />Luiz Ventura.<br />
<em>Graça Maria da Sebastiana</em>, 2008. Porcelana e vidro.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-473" title="ventura-mos-5" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-5-300x281.jpg" alt="ventura-mos-5" width="300" height="281" /></p>
<p>Luiz Ventura. <em>Romântica</em>, 2008. Porcelana e vidro.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-474" title="ventura-mos-9" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-9-300x281.jpg" alt="ventura-mos-9" width="200" height="191" /></p>
<p>Luiz Ventura. <em>Cadeado</em>, 2008. Estudo em porcelana e vidro.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-475" title="ventura-mos-11" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-11-300x281.jpg" alt="ventura-mos-11" width="300" height="281" /></p>
<p>Luiz Ventura. <em>Cabeça bizantina</em>, 2008. Estudo em mosaico.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-476" title="ventura-mos-15" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/05/ventura-mos-15-300x281.jpg" alt="ventura-mos-15" width="300" height="281" /></p>
<p>Luiz Ventura. <em>Galo Guerreiro</em>, 2009. Mosaico em azulejo., 2009.</p>
<p>Ventura é  pintor, desenhista,  gravador, mosaísta. Nasceu em 1930, em São Paulo.</p>
<p>Foi auxiliar de Clóvis Graciano, Di Cavalcanti e Portinari na execução de painéis e murais.<br />
Trabalha, atualmente, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, Brasil.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como criar uma obra de arte: os oito passos</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/historia-da-arte/como-barocci-criava-uma-obra-de-arte-os-oito-passos/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 02:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

		<category><![CDATA[Pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[Antigos mestres desenvolviam métodos de trabalho que os ajudassem a visualizar cenas históricas ou mitológicas. Um destes mestres foi Federico Barocci, um pintor do séc.XVI, que planejava suas pinturas seguindo oito passos, conforme relato de seu biógrafo, Bellori.

Barocci. Madona.
O Programa de Oito Passos de Barocci:

Barocci. Cabeça de uma jovem.
1- Depois de imaginar o que desejava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antigos mestres desenvolviam métodos de trabalho que os ajudassem a visualizar cenas históricas ou mitológicas. Um destes mestres foi Federico Barocci, um pintor do séc.XVI, que planejava suas pinturas seguindo oito passos, conforme relato de seu biógrafo, Bellori.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-464" title="madonna_barocci" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/madonna_barocci-199x300.jpg" alt="madonna_barocci" width="199" height="300" /></p>
<p><em>Barocci. Madona.<span id="more-463"></span></em><br />
O Programa de Oito Passos de Barocci:</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-466" title="head-of-a-young-woman-ravishingly-drawn-by-by-federico-barocci" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/head-of-a-young-woman-ravishingly-drawn-by-by-federico-barocci-186x300.jpg" alt="head-of-a-young-woman-ravishingly-drawn-by-by-federico-barocci" width="186" height="300" /><em></em></p>
<p><em>Barocci. Cabeça de uma jovem.</em></p>
<p>1- Depois de imaginar o que desejava pintar, Barocci fazia dezenas de esboços para trabalhar o gestual e a organização das figuras.</p>
<p>2- Fazia então estudos em carvão (pierre noir) ou pastel de modelos vivos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-467" title="barocci-c-1810" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/barocci-c-1810.bmp" alt="barocci-c-1810" /></p>
<p>3- A seguir, esculpia figurinos em miniatura em cera ou argila, detalhando cada drapeado dos pequenos trajes para ver como pareceria sob diferentes focos de luz.<br />
4- Procedia, então a um estudo da composição em gouache ou óleo, considerando principalmente as marcações de luz e sombra.</p>
<p>5- Terminado aquele estudo, Barocci produzia outro, um estudo tonal ou esboço (cartoon) em tamanho natural usando pastel, carvão e gesseto.</p>
<p>6- Transferia, então, seu desenho para a tela.</p>
<p>7- Mas antes de prosseguir com a pintura, Barocci ainda fazia pequenos estudos a óleo para estabelecer a relação entre as cores dentro de uma composição de total harmonia cromática, sem que nenhuma delas destoasse do todo.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-465" title="barocci-egito" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/barocci-egito-241x300.jpg" alt="barocci-egito" width="241" height="300" /></p>
<p><em>Federico Fiori Barocci. Descanso na fuga para o Egito, 1570.  Óleo. </em></p>
<p>8. E então continuava até finalizar a pintura.</p>
<p><em>Barocci pode ter sido mais meticuloso que alguns de seus contemporâneos, mas seu método de trabalho não era incomum, e possivelmente muitos artistas adotaram ao menos algumas destas etapas. Ele foi uma grande inspiração para Rubens e muitos outros que o seguiram, como William Bouguereau, Norman Rockwell e Dean Cornwell.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O giz pastel ou pastel seco</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/pastel/o-giz-pastel-ou-pastel-seco/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 00:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pastel]]></category>

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		<description><![CDATA[O giz pastel teve sua origem na Itália no século XVI, como desenvolvimento natural do giz para desenho.

Barocci. A adoração dos magos, 1561-63. Pastel sobre papel azul (29,3 x 20,9 cm). Rijksmuseum, Amsterdã.
Federico Barocci (1526-1612) foi o primeiro grande expoente a empregar o pastel, em uma época em que existia apenas nas cores branco, preto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O giz pastel teve sua origem na Itália no século XVI, como desenvolvimento natural do giz para desenho.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-444" title="boracci_adorat-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/boracci_adorat-small-216x300.jpg" alt="boracci_adorat-small" width="216" height="300" /></p>
<p>Barocci. <em>A adoração dos magos</em>, 1561-63. Pastel sobre papel azul (29,3 x 20,9 cm). Rijksmuseum, Amsterdã.<span id="more-443"></span></p>
<p>Federico Barocci (1526-1612) foi o primeiro grande expoente a empregar o pastel, em uma época em que existia apenas nas cores branco, preto e encarnado.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-458" title="barocci-cristo-dando-as-chaves-a-pedro" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/barocci-cristo-dando-as-chaves-a-pedro-199x300.jpg" alt="barocci-cristo-dando-as-chaves-a-pedro" width="199" height="300" /></p>
<p>Barocci. <em>Cristo dando as chaves a São Pedro</em>. Pastel sobre papel azul.</p>
<p>O giz pastel ou pastel seco é obtido agregando pigmento em pó a um aglutinante (água em que se ferveu cevada, por exemplo).<br />
A pasta obtida é modelada em forma de cilindros.</p>
<p>Aplicado ao suporte, com o auxílio dos dedos ou de um esfuminho, o pigmento aloja-se nas fibras do papel usado como suporte.<br />
Usa-se um fixativo para que o pó não se solte e emoldura-se usando a proteção de um vidro.</p>
<p>A partir do séc. XVIII, a técnica do pastel alcançou grande popularidade sobretudo na França e, com Maurice-Quentin La Tour (1704-1788), atingiu em muitos retratos o auge do virtuosismo técnico.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-449" title="maurice_quentin_de_la_tour_auto-retrato-azul" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/maurice_quentin_de_la_tour_auto-retrato-azul-242x300.jpg" alt="maurice_quentin_de_la_tour_auto-retrato-azul" width="242" height="300" /></p>
<p>Maurice-Quentin La Tour . <em>Auto-retrato.</em> Pastel (64 × 53 cm). Museu de Picardie, Amiens.</p>
<p>No século XIX, o pastel foi utilizado na forma de técnica mista, com o uso simultâneo do óleo, guache e têmpera. O pastel atende às necessidades dos impressionistas, que registravam a diversidade cromática da natureza e os efeitos da luz.<br />
Foi usado em grande escala pelos impressionistas Cassatt, Degas, Redon, Renoir, Toulouse Lautrec e Whistler.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-450" title="cassatt-black-hat" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/cassatt-black-hat-214x300.jpg" alt="cassatt-black-hat" width="214" height="300" /><br />
Mary Cassatt. <em>O chapéu preto</em>, c. 1890. Pastel (61 x 45.5 cm)</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-453" title="degas-danseuses-a-la-barre" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/degas-danseuses-a-la-barre-225x300.jpg" alt="degas-danseuses-a-la-barre" width="225" height="300" /></p>
<p>Edgar Degas. <em>Bailarinas na barra</em>. Pastel, gouache e carvão (65.8 x 50 cm)</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-451" title="redon-portrait-ari-redon" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/redon-portrait-ari-redon-211x300.jpg" alt="redon-portrait-ari-redon" width="211" height="300" /></p>
<p class="MsoNormal">Odilon Redon. <em>Retrato de Ari Redon</em>, c. 1898. Pastel sobre papel azul pálido (44,8 x 30,8  cm).</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
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		<title>Collage ou Colagem: de George a João</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 02:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artes-Visuais]]></category>

		<category><![CDATA[Colagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Colagem é a técnica que consiste em combinar com a pintura, colando à tela ou painel, elementos planos heterogêneos, como papel, recortes de jornal, tecidos&#8230;

Georges Braque. Still Life, 1914. Colagem de cortes variados de aquarelas, carvão, grafite e óleo. 35,1 x 27,9 cm. Assinado no verso (centro) em carvão : G Braque
É proveniente de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Colagem é a técnica que consiste em combinar com a pintura, colando à tela ou painel, elementos planos heterogêneos, como papel, recortes de jornal, tecidos&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-432" title="braque-still-life-collage-1914" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/braque-still-life-collage-1914.jpg" alt="braque-still-life-collage-1914" width="207" height="256" /></p>
<p>Georges Braque. <em>Still Life</em>, 1914. Colagem de cortes variados de aquarelas, carvão, grafite e óleo. 35,1 x 27,9 cm. Assinado no verso (centro) em carvão : G Braque<span id="more-374"></span></p>
<p>É proveniente de uma atividade popular do século XIX, os papiers collés.</p>
<p>Entre 1910/12,  Georges Braque trabalhou com papier collés e colagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-433" title="braque_fruitdish_glass-collage-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/braque_fruitdish_glass-collage-small-220x300.jpg" alt="braque_fruitdish_glass-collage-small" width="220" height="300" /></p>
<p>Georges Braque. <em>Fruitdish and Glass</em>, 1912. Papier collé e carvão sobre papel. (public domain).<br />
Nas primeiras décadas do século XX,  a colagem foi empregada como forma de arte que se revelou riquíssima em possibilidades técnicas, estéticas e expressivas.<br />
No princípio, no entanto, não havia preocupação com a durabilidade do trabalho. Mas passada a fase de experimentação, a sobrevivência física da obra passou a ser considerada.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-435" title="joao-colagem-1-2004" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/joao-colagem-1-2004-211x300.jpg" alt="joao-colagem-1-2004" width="211" height="300" /></p>
<p><a href="http://www.vitrinedaarte.com.br/joao-colagem/" class="extlink">João Colagem</a>. 2004.</p>
<p>O suporte para a colagem (tela, papelão, e nos dias de hoje o madeirite ou MDF), o adesivo a ser usado, a escolha de papéis e seu preparo, o verniz de acabamento tornaram-se objeto de muito cuidado.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-436" title="joao-colagem-4-2004" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/04/joao-colagem-4-2004-246x300.jpg" alt="joao-colagem-4-2004" width="246" height="300" /></p>
<p>João Colagem, 2004.</p>
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		<title>O Renascimento e o intercâmbio de conhecimento</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/historia-da-arte/o-renascimento-e-o-intercambio-de-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 01:57:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[No início do século XIV, muitos fatores se articulariam favorecendo a difusão das idéias de renovação intelectual e artística.

Michelangelo Buonarroti. A criação de Adão. Capela Sixtina, Vaticano.

João Gutenberg ou Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg.
A invenção da imprensa representou um grande passo para a divulgação da cultura; uma vez que, facilitando a reprodução de obras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No início do século XIV, muitos fatores se articulariam favorecendo a difusão das idéias de renovação intelectual e artística.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/michelangelo_criacao-de-adao-capela_sixtina.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-407" title="michelangelo_criacao-de-adao-capela_sixtina" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/michelangelo_criacao-de-adao-capela_sixtina-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a></p>
<p><em>Michelangelo Buonarroti. A criação de Adão. Capela Sixtina, Vaticano.</em><span id="more-402"></span></p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/gutenbergbildnis1.jpg"><img class="size-medium wp-image-411 alignleft" title="gutenbergbildnis1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/gutenbergbildnis1-250x300.jpg" alt="" width="192" height="230" /></a></p>
<p><em>João Gutenberg ou Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg.</em></p>
<p>A invenção da imprensa representou um grande passo para a divulgação da cultura; uma vez que, facilitando a reprodução de obras, tornou-as acessíveis a um número maior de leitores a partir do último século renascentista.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/gutenberg-biblia.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-412" title="gutenberg-biblia" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/gutenberg-biblia-300x201.jpg" alt="" width="203" height="137" /></a></p>
<p><em>A Bíblia,  primeiro livro impresso por Gutenberg  em um período de quase cinco anos, que iniciou a 23 de fevereiro de 1455.</em></p>
<p><em></em>Outro fator de fundamental importância foi a tomada de Constantinopla, em 1453, pelos turcos-otomanos, que levou os eruditos bizantinos a refugiarem-se na Itália, trazendo consigo conhecimentos sobre a antiguidade Clássica que enriqueceram de forma decisiva os humanistas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/siege_constantinople_bnf_fr2691.jpg"><img class="size-medium wp-image-413 aligncenter" title="siege_constantinople_bnf_fr2691" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/siege_constantinople_bnf_fr2691-300x230.jpg" alt="" width="242" height="185" /></a><br />
<em>Jean Chartier. O cerco de Constantinopla.</em></p>
<p><em></em>A expansão marítima estimulou o aperfeiçoamento dos equipamentos náuticos de orientação, como a bússola e o astrolábio, permitindo um ainda maior incremento à navegação.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/astrolabio-sec-xiv.jpg"><img class="size-medium wp-image-404 alignleft" title="astrolabio-sec-xiv" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/astrolabio-sec-xiv.jpg" alt="" width="205" height="197" /></a></p>
<p><em>Astrolábio é uma invenção islâmica do século IX. Este exemplar de latão do século XIV servia para determinar data e hora através da altura do Sol.  British Museum.</em></p>
<p>Horizontes geográficos e culturais alargaram-se.<br />
O intercâmbio entre Ocidente e Oriente intensificou-se e a transferência de conhecimento entre os muçulmanos, judeus e comunidades cristãs implicou na sofisticação da ciência da época.<br />
No plano social, a urbanização deu condições para o surgimento de uma nova cultura. É a prática do mecenato : patrocínio de artistas e intelectuais pelos papas, príncipes e burgueses.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/lorenzo_il_magnifico.jpg"><img class="size-medium wp-image-405 alignleft" title="lorenzo_il_magnifico" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/lorenzo_il_magnifico-172x300.jpg" alt="" width="134" height="234" /></a></p>
<p><em>Estátua do mecenas Lourenço, o Magnífico. Galeria Uffizi, Florença.</em></p>
<p>Esses fatores impulsionaram ainda mais a cultura e a arte da época, profundamente imbuída dos valores que exaltam o indivíduo, seus desejos, sua capacidade e a sua liberdade para agir. É o Humanismo.</p>
<p>Pensadores e artistas abandonam a escolástica e as formas hieráticas.</p>
<p>Estudam a fundo as obras-primas do pensamento e da arte clássicas.<br />
Seguem a filosofia platônica e, voltados à observação direta, criam o método científico.</p>
<p>De acordo com a cultura da região e as condições materiais, a Renascença adquiriu características originais. Nos locais onde se lutava pela formação de um estado nacional, serviu como catalisador na criação de uma identidade cultural.</p>
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		<item>
		<title>A Renascença e o Humanismo</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/historia-da-arte/a-renascenca-e-o-humanismo/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 02:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[No século XV, afirma-se o movimento humanista iniciado por Petrarca e Boccaccio, que se em princípio foi exterior e filológico, logo afetaria todos os âmbitos da vida, desdobrando-se em efeitos complexos.

Andrea di Bartolo di Bargilla. Francesco Petrarca.  Galleria degli Uffizi, Florença, Itália. 
De acordo com a etimologia, humanismo deriva do adjetivo latino humanus, humano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No século XV, afirma-se o movimento humanista iniciado por Petrarca e Boccaccio, que se em princípio foi exterior e filológico, logo afetaria todos os âmbitos da vida, desdobrando-se em efeitos complexos.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/petrarca_by_bargilla.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-395" title="petrarca_by_bargilla" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/petrarca_by_bargilla-193x300.jpg" alt="" width="193" height="300" /></a></p>
<p>Andrea di Bartolo di Bargilla. <em>Francesco Petrarca</em>.  Galleria degli Uffizi, Florença, Itália. <span id="more-392"></span></p>
<p>De acordo com a etimologia, humanismo deriva do adjetivo latino <em>humanus</em>, humano, relativo ao homem; que tem cultura de espírito, instruído, estudioso de humanidades.</p>
<p>A palavra humanista foi empregada na Itália, nos fins do século XV para descrever o professor de humanidades (gramática, retórica e estilo, a literatura mesma, a filosofia moral e a história - ensinada através de exemplos), isto é, daquelas matérias que constituíam o conteúdo do programa educativo formulado por florentinos. Nicolau V, tornara-se um humanista, em sua permanência em Florença, quando exauriu seus recursos adquirindo livros e mais livros.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/nicholas_v_papa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-394" title="nicholas_v_papa" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/nicholas_v_papa.jpg" alt="" width="225" height="270" /></a></p>
<p><em>Papa Nicolau V.</em><br />
Como Papa, cercou-se de personalidades como Guarino de Verona, Niccolo Perotti, Poggio, Lorenzo Valla e Vespasiano da Bisticci que colocaram em prática seu ideal de educação. O meio de instrução e o meio de expressão que era o latim, foi substituído pelo italiano.<br />
Representantes de Nicolau V obtiveram manuscritos latinos e gregos em Atenas, Constantinopla, entre outros centros de cultura.<br />
Trouxe para o Vaticano revisores e copistas, independente  de serem cristãos ou pagãos.</p>
<p>Enquanto movimento intelectual e literário, o humanismo pode ser definido como um conjunto de tendências (de caráter filosófico e, mais particularmente, filológico¹) que, durante o Renascimento, se orientaram no sentido de reviver e imitar os modelos artísticos, literários e científicos da Antiguidade greco-latina, considerada como exemplo de afirmação da independência do espírito humano. Sendo também uma descoberta do homem quanto homem.</p>
<p>Chamamos humanistas aos eruditos do Renascimento, sobremaneira àqueles que dedicaram sua atenção à análise científica de fontes literárias, históricas e arqueológicas.<br />
Suas obras, destinadas a outros intelectuais, tiveram uma preocupação pelos problemas morais que os levou ao terreno público. Alguns adotaram posições filosóficas, derivadas de fontes neoplatônicas, consideravam o homem o centro do universo, metade terreno e metade divino.<br />
Corpo e alma formavam um micro-cosmos que permitia compreender e dominar a natureza e aspirar a compreensão de Deus.<br />
Nasceu assim um conceito novo sobre o homem em oposição ao que havia inspirado a Idade Média. Para esta última, a pátria do cristianismo é o além; a terra não é mais que uma morada perigosa e transitória.</p>
<p>Segundo a doutrina de Pico de La Mirandola e Marsilio Ficino, a vida deixa de ser uma preparação para o além, o destino do homem cumpre-se aqui na terra: o homem é grande e livre e dele depende a sua própria essência.<br />
Ao comprovarem que os gregos e os romanos ainda que pagãos, eram sábios e virtuosos, pensaram que por natureza o homem é bom e não corrompido pelo pecado original segundo ensinavam os teólogos. Ensinaram, pois, que se o homem é educado numa sociedade boa, se tem contato com os grandes espíritos do passado e do presente, conhecerá o bem e o mal, e poderá praticar o primeiro e evitar o segundo.<br />
Por conseguinte, o homem esclarecido por sua razão, poderia gozar as alegrias que lhe proporciona este mundo, sem por isso por em perigo sua alma. Perante a Igreja, os humanistas colocaram o homem, o homem só, entregue às suas próprias forças.</p>
<p>Apesar de terem modificado os princípios morais de épocas anteriores, os humanistas continuaram acreditando, quase sem exceção, em um Criador, na divina missão de Cristo, na necessidade dos sacramentos e na organização eclesiástica.</p>
<p>Para os humanistas a curiosidade intelectual, longe de constituir uma culpa, é uma força criadora; assim nasce esse espírito critico que se opõe ao espírito de submissão próprio da Idade Média.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/holbeinmore.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-396" title="holbeinmore" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/holbeinmore-234x300.jpg" alt="" width="234" height="300" /></a></p>
<p class="MsoNormal">Hans Holbein, o jovem.<em> Thomas Morus.</em></p>
<p>O humanismo é, dentro do revolucionário mosaico renascentista, um nostálgico e sentimental retorno à cultura e às letras clássicas.</p>
<p>Humanistas famosos são entre outros Leonardo Bruni, Petrarca, Gianozzo Manetti, Lorenzo Valla, Marsilio Ficino, Erasmo de Roterdã, François Rabelais, Pico de La Mirandola e Thomas Morus.</p>
<p>¹ Filológico - que diz respeito ao estudo dos documentos escritos e da forma da<br />
língua que eles dão a conhecer: conhecimento geral das línguas e das belas artes.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Renascença&#8230; uma reflexão&#8230;</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/historia-da-arte/renascenca-uma-reflexao/</link>
		<comments>http://www.diretoriodearte.com/historia-da-arte/renascenca-uma-reflexao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 23:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Idade Média (476 d.c a 1453 d.c), a Igreja Católica, única instituição a se manter coesa depois do fim do Império Romano do Ocidente, começou a exercer influência em toda atividade humana.

Monastério Cisterciense de Maulbronn, fundado em 1147.
Baden-Württemberg, sudoeste da Alemanha. 
A atenção do homem medieval era voltada para a vida celestial. Vivia num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Na Idade Média (476 d.c a 1453 d.c), a Igreja Católica, única instituição a se manter coesa depois do fim do Império Romano do Ocidente, começou a exercer influência em toda atividade humana.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/maulbronn-monastery.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-380" title="maulbronn-monastery" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/maulbronn-monastery-230x300.jpg" alt="" width="230" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em>Monastério Cisterciense de Maulbronn, fundado em 1147.<br />
Baden-Württemberg, sudoeste da Alemanha. </em><span id="more-377"></span></p>
<p style="text-align: left;">A atenção do homem medieval era voltada para a vida celestial. Vivia num mundo religioso e se desinteressava pelos fatos da vida na terra.</p>
<p style="text-align: left;">Nos mosteiros medievais foi preservada a cultura greco-romana.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/cicero.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-382" title="cicero" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/cicero-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/virgilio1.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-384" title="virgilio1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/virgilio1-134x150.jpg" alt="" width="134" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em> Cícero e Virgílio.</em></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/seneca-por-rubens-small.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-386" title="seneca-por-rubens-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/seneca-por-rubens-small-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/aristoteles-small2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-390 alignleft" title="aristoteles-small2" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/aristoteles-small2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/seneca-por-rubens-small.jpg"> </a></p>
<p style="text-align: left;"><em>Sêneca (Desenho de Rubens) e Aristóteles.</em></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Estudava-se Cícero, Virgílio, Sêneca e Aristóteles. Detinham o saber e, em escolas monásticas (a partir do século VIII) e em universidades (a partir do século XI), o idioma usado era o latim, o que de certa forma excluía a maior parte da população do processo educacional. A instrução era, portanto, privilégio do clero.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/thomasaquinas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-381" title="thomasaquinas" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/thomasaquinas-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em>Tomás de Aquino</em> (século XIII)  foi um grande estudioso de Aristóteles e também criou seu sistema filosófico, o Tomismo, que mesmo sendo racionalista, subordinava-se à teologia, harmonizando fé e razão.</p>
<p style="text-align: left;">Estabeleceu cinco argumentos para converter os pagãos:</p>
<p style="text-align: left;">1 ° - Deus é o 1 ° motor, que move motores e origina o movimento.</p>
<p style="text-align: left;">2° - Há causas e efeitos e Deus é a causa primeira.</p>
<p style="text-align: left;">3° - O homem é um ser contingente e apenas Deus é um ser necessário.</p>
<p style="text-align: left;">4° - A procura da perfeição.</p>
<p style="text-align: left;">5° - Ordem no universo, fruto de uma inteligência superior.</p>
<p style="text-align: left;">Os dogmas, &#8220;verdades incontestáveis&#8221;, eram as idéias básicas da religião medieval. Tais afirmações, nem sempre reais, não podiam ser contestadas. Isto amorteceu o espírito de curiosidade, a vontade de descobrir e explicar. O homem acomodou-se. Concentrou-se no misticismo e na religiosidade, arrefecendo a curiosidade que estimulasse empreendimentos científicos.<br />
Essa realidade alterou-se com o surgimento das cidades, do comércio e da burguesia, imprimindo um caráter não-religioso à sociedade.</p>
<p style="text-align: left;">A mesma burguesia apoiou a formação de professores leigos e uma nova cultura, que lhes desse um status social de acordo com as posses que obtiveram.<br />
Delineava-se uma mudança de atitude, de caráter artístico e literário, a Renascença, e de caráter religioso, a Reforma.<br />
A partir do século XIV, a estrutura rígida ditada pela Igreja começa a ser contestada.<br />
Surgem outras seitas cristãs. Há uma maior liberdade e um maior interesse pela pessoa humana.<br />
Inicia-se o movimento protestante que altera a história da civilização ocidental com a quebra da unidade do pensamento cristão.</p>
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		<title>Casais de Artistas - amor, arte e paixão</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 00:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artes-Visuais]]></category>

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		<description><![CDATA[Na cidade alemã de Colônia, está em cartaz a exposição Künstlerpaare - Liebe, Kunst, Leidenschaft:  (Casais de artistas - amor, arte e paixão).

Frida e Diego, no dia de seu casamento.
Claudel &#38; Rodin, Münter &#38; Kandinsky, ou Saint Phalle &#38; Tinguely – os nomes desses casais de artistas são muito conhecidos pelos apreciadores de arte. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na cidade alemã de Colônia, está em cartaz a exposição Künstlerpaare - Liebe, Kunst, Leidenschaft:  (Casais de artistas - amor, arte e paixão).</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/fridadiego-1929.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-362" title="fridadiego-1929" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/fridadiego-1929-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a></p>
<p>Frida e Diego, no dia de seu casamento.<span id="more-361"></span><br />
Claudel &amp; Rodin, Münter &amp; Kandinsky, ou Saint Phalle &amp; Tinguely – os nomes desses casais de artistas são muito conhecidos pelos apreciadores de arte. Por isso mesmo é tão surpreendente que nunca tenha sido objeto de estudo em uma exposição como &#8220;Casais na Arte&#8221;. O Museu Wallraf- Richartz, em prémière mundial, mostra como artistas influenciaram e inspiraram o outro com seu amor.  A mostra contempla as vidas, o amor e o trabalho que uniu treze celebrados casais de artistas. Relações escandalosas e intempestivas como a de Frida Kahlo e Diego Rivera são apresentadas junto a outras mais convencionais como a de Paula Modersohn-Becker e Otto Modersohn.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/otto-e-paula-modersohnbmp.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-363" title="otto-e-paula-modersohnbmp" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/otto-e-paula-modersohnbmp.jpg" alt="" width="261" height="255" /></a></p>
<p>Otto Modersohn e Paula Modersohn-Becker.</p>
<p>Sem preocupar-se como os romances entre os artistas transcorreram, a exposição demonstra como todos tiveram um enorme processo criativo em comum.<br />
O estilo de alguns artistas foi claramente influenciado pelo parceiro, como mostram obras do pintor Vassili Kandinski e sua mulher Gabriele Münter.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/kandinsky.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-364" title="kandinsky" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/kandinsky-206x300.jpg" alt="" width="206" height="300" /></a></p>
<p>Wassily Kandinsky e Gabriele Münter.</p>
<p>Algumas vezes essa influência perdurou até depois da separação, como no caso dos artistas Niki de Saint Phalle e Jean Tinguely.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/nikiphalle1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-365" title="nikiphalle1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/nikiphalle1.jpg" alt="" /></a><br />
Mais de uma centena de obras das mais variadas épocas e tendências - desde o expressionismo até o dadaísmo compõe a exposição, que ficará em cartaz em Colônia até 7 de fevereiro de 2009, seguindo para Haia, na Holanda, de fevereiro a junho de 2009.</p>
<p>Os casais de artistas :<br />
1. Camille Claudel (1864-1943) e Auguste Rodin (1840-1917)<br />
2. Paula Modersohn-Becker (1876-1907) e Otto Modersohn (1865-1943)<br />
3. Marianne von Werefkin (1860-1938) e Alexej von Jawlensky (1864-1941)<br />
4. Gabriele Münter (1877-1962) e Wassily Kandinsky (1866-1944)<br />
5. Natalia Gontscharowa (1881-1962) e Michail Larionow (1881-1964)<br />
6. Hannah Höch (1889-1978) e Raoul Hausmann (1886-1971)<br />
7. Sophie Taeuber-Arp (1889-1943) e Hans Arp (1886-1966)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/delaunays.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-366" title="delaunays" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/delaunays-300x285.jpg" alt="" width="300" height="285" /></a></p>
<p>8. Sonia Delaunay-Terk (1885-1979) e Robert Delaunay (1885-1941)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/stieglitz_okeeffe.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-367" title="stieglitz_okeeffe" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/stieglitz_okeeffe.jpg" alt="" width="190" height="207" /></a></p>
<p>9. Georgia O&#8217;Keeffe (1887-1986) e Alfred Stieglitz (1864-1946)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/frida-e-diego-small.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-371" title="frida-e-diego-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/frida-e-diego-small-210x300.jpg" alt="" width="210" height="300" /></a></p>
<p>10. Frida Kahlo (1907-1954) e Diego Rivera (1886-1957)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/pollockandkrasner.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-368" title="pollockandkrasner" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/pollockandkrasner-300x254.jpg" alt="" width="300" height="254" /></a></p>
<p>11. Lee Krasner (1908-1984) e Jackson Pollock (1912-1956)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/pic_charles_and_ray_eames.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-369" title="pic_charles_and_ray_eames" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/pic_charles_and_ray_eames.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a></p>
<p>12. Ray Kaiser Eames (1912-1988) e Charles Eames (1907-1978)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/niki-e-tinguelybmp.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-370" title="niki-e-tinguelybmp" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/niki-e-tinguelybmp.jpg" alt="" width="266" height="199" /></a></p>
<p>13. Niki de Saint Phalle (1930-2002) e Jean Tinguely (1925-1991)</p>
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