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	<title>Diretorio de Arte</title>
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	<description>Diretorio de arte, tudo que você precisa saber sobre o mundo da arte está aqui!</description>
	<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 02:32:59 +0000</pubDate>
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		<title>A Renascença e o Humanismo</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 02:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[No século XV, afirma-se o movimento humanista iniciado por Petrarca e Boccaccio, que se em princípio foi exterior e filológico, logo afetaria todos os âmbitos da vida, desdobrando-se em efeitos complexos.

Andrea di Bartolo di Bargilla. Francesco Petrarca.  Galleria degli Uffizi, Florença, Itália. 
De acordo com a etimologia, humanismo deriva do adjetivo latino humanus, humano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No século XV, afirma-se o movimento humanista iniciado por Petrarca e Boccaccio, que se em princípio foi exterior e filológico, logo afetaria todos os âmbitos da vida, desdobrando-se em efeitos complexos.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/petrarca_by_bargilla.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-395" title="petrarca_by_bargilla" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/petrarca_by_bargilla-193x300.jpg" alt="" width="193" height="300" /></a></p>
<p>Andrea di Bartolo di Bargilla. <em>Francesco Petrarca</em>.  Galleria degli Uffizi, Florença, Itália. <span id="more-392"></span></p>
<p>De acordo com a etimologia, humanismo deriva do adjetivo latino <em>humanus</em>, humano, relativo ao homem; que tem cultura de espírito, instruído, estudioso de humanidades.</p>
<p>A palavra humanista foi empregada na Itália, nos fins do século XV para descrever o professor de humanidades (gramática, retórica e estilo, a literatura mesma, a filosofia moral e a história - ensinada através de exemplos), isto é, daquelas matérias que constituíam o conteúdo do programa educativo formulado por florentinos. Nicolau V, tornara-se um humanista, em sua permanência em Florença, quando exauriu seus recursos adquirindo livros e mais livros.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/nicholas_v_papa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-394" title="nicholas_v_papa" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/nicholas_v_papa.jpg" alt="" width="225" height="270" /></a></p>
<p><em>Papa Nicolau V.</em><br />
Como Papa, cercou-se de personalidades como Guarino de Verona, Niccolo Perotti, Poggio, Lorenzo Valla e Vespasiano da Bisticci que colocaram em prática seu ideal de educação. O meio de instrução e o meio de expressão que era o latim, foi substituído pelo italiano.<br />
Representantes de Nicolau V obtiveram manuscritos latinos e gregos em Atenas, Constantinopla, entre outros centros de cultura.<br />
Trouxe para o Vaticano revisores e copistas, independente  de serem cristãos ou pagãos.</p>
<p>Enquanto movimento intelectual e literário, o humanismo pode ser definido como um conjunto de tendências (de caráter filosófico e, mais particularmente, filológico¹) que, durante o Renascimento, se orientaram no sentido de reviver e imitar os modelos artísticos, literários e científicos da Antiguidade greco-latina, considerada como exemplo de afirmação da independência do espírito humano. Sendo também uma descoberta do homem quanto homem.</p>
<p>Chamamos humanistas aos eruditos do Renascimento, sobremaneira àqueles que dedicaram sua atenção à análise científica de fontes literárias, históricas e arqueológicas.<br />
Suas obras, destinadas a outros intelectuais, tiveram uma preocupação pelos problemas morais que os levou ao terreno público. Alguns adotaram posições filosóficas, derivadas de fontes neoplatônicas, consideravam o homem o centro do universo, metade terreno e metade divino.<br />
Corpo e alma formavam um micro-cosmos que permitia compreender e dominar a natureza e aspirar a compreensão de Deus.<br />
Nasceu assim um conceito novo sobre o homem em oposição ao que havia inspirado a Idade Média. Para esta última, a pátria do cristianismo é o além; a terra não é mais que uma morada perigosa e transitória.</p>
<p>Segundo a doutrina de Pico de La Mirandola e Marsilio Ficino, a vida deixa de ser uma preparação para o além, o destino do homem cumpre-se aqui na terra: o homem é grande e livre e dele depende a sua própria essência.<br />
Ao comprovarem que os gregos e os romanos ainda que pagãos, eram sábios e virtuosos, pensaram que por natureza o homem é bom e não corrompido pelo pecado original segundo ensinavam os teólogos. Ensinaram, pois, que se o homem é educado numa sociedade boa, se tem contato com os grandes espíritos do passado e do presente, conhecerá o bem e o mal, e poderá praticar o primeiro e evitar o segundo.<br />
Por conseguinte, o homem esclarecido por sua razão, poderia gozar as alegrias que lhe proporciona este mundo, sem por isso por em perigo sua alma. Perante a Igreja, os humanistas colocaram o homem, o homem só, entregue às suas próprias forças.</p>
<p>Apesar de terem modificado os princípios morais de épocas anteriores, os humanistas continuaram acreditando, quase sem exceção, em um Criador, na divina missão de Cristo, na necessidade dos sacramentos e na organização eclesiástica.</p>
<p>Para os humanistas a curiosidade intelectual, longe de constituir uma culpa, é uma força criadora; assim nasce esse espírito critico que se opõe ao espírito de submissão próprio da Idade Média.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/holbeinmore.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-396" title="holbeinmore" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/holbeinmore-234x300.jpg" alt="" width="234" height="300" /></a></p>
<p class="MsoNormal">Hans Holbein, o jovem.<em> Thomas Morus.</em></p>
<p>O humanismo é, dentro do revolucionário mosaico renascentista, um nostálgico e sentimental retorno à cultura e às letras clássicas.</p>
<p>Humanistas famosos são entre outros Leonardo Bruni, Petrarca, Gianozzo Manetti, Lorenzo Valla, Marsilio Ficino, Erasmo de Roterdão, François Rabelais, Pico de La Mirandola e Thomas Morus.</p>
<p>¹ Filológico - que diz respeito ao estudo dos documentos escritos e da forma da<br />
língua que eles dão a conhecer: conhecimento geral das línguas e das belas artes.</p>
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		<title>Renascença&#8230; uma reflexão&#8230;</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/historia-da-arte/renascenca-uma-reflexao/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 23:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Idade Média (476 d.c a 1453 d.c), a Igreja Católica, única instituição a se manter coesa depois do fim do Império Romano do Ocidente, começou a exercer influência em toda atividade humana.

Monastério Cisterciense de Maulbronn, fundado em 1147.
Baden-Württemberg, sudoeste da Alemanha. 
A atenção do homem medieval era voltada para a vida celestial. Vivia num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Na Idade Média (476 d.c a 1453 d.c), a Igreja Católica, única instituição a se manter coesa depois do fim do Império Romano do Ocidente, começou a exercer influência em toda atividade humana.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/maulbronn-monastery.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-380" title="maulbronn-monastery" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/maulbronn-monastery-230x300.jpg" alt="" width="230" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em>Monastério Cisterciense de Maulbronn, fundado em 1147.<br />
Baden-Württemberg, sudoeste da Alemanha. </em><span id="more-377"></span></p>
<p style="text-align: left;">A atenção do homem medieval era voltada para a vida celestial. Vivia num mundo religioso e se desinteressava pelos fatos da vida na terra.</p>
<p style="text-align: left;">Nos mosteiros medievais foi preservada a cultura greco-romana.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/cicero.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-382" title="cicero" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/cicero-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/virgilio1.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-384" title="virgilio1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/virgilio1-134x150.jpg" alt="" width="134" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em> Cícero e Virgílio.</em></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/seneca-por-rubens-small.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-386" title="seneca-por-rubens-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/seneca-por-rubens-small-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/aristoteles-small2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-390 alignleft" title="aristoteles-small2" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/aristoteles-small2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/seneca-por-rubens-small.jpg"> </a></p>
<p style="text-align: left;"><em>Sêneca (Desenho de Rubens) e Aristóteles.</em></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Estudava-se Cícero, Virgílio, Sêneca e Aristóteles. Detinham o saber e, em escolas monásticas (a partir do século VIII) e em universidades (a partir do século XI), o idioma usado era o latim, o que de certa forma excluía a maior parte da população do processo educacional. A instrução era, portanto, privilégio do clero.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/thomasaquinas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-381" title="thomasaquinas" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2009/01/thomasaquinas-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em>Tomás de Aquino</em> (século XIII), tentou harmonizar fé e razão.<br />
Foi um grande estudioso de Aristóteles e também criou seu sistema filosófico, o Tomismo, que mesmo sendo racionalista, subordinava-se à teologia.</p>
<p style="text-align: left;">Estabeleceu cinco argumentos para converter os pagãos:</p>
<p style="text-align: left;">1 ° - Deus é o 1 ° motor, que move motores e origina o movimento.</p>
<p style="text-align: left;">2° - Há causas e efeitos e Deus é a causa primeira.</p>
<p style="text-align: left;">3° - O homem é um ser contingente e apenas Deus é um ser necessário.</p>
<p style="text-align: left;">4° - A procura da perfeição.</p>
<p style="text-align: left;">5° - Ordem no universo, fruto de uma inteligência superior.</p>
<p style="text-align: left;">Os dogmas, &#8220;verdades incontestáveis&#8221;, eram as idéias básicas da religião medieval. Tais afirmações, nem sempre reais, não podiam ser contestadas. Isto amorteceu o espírito de curiosidade, a vontade de descobrir e explicar. O homem acomodou-se. Concentrou-se no misticismo e na religiosidade, arrefecendo a curiosidade que estimulasse empreendimentos científicos.<br />
Essa realidade alterou-se com o surgimento das cidades, do comércio e da burguesia, imprimindo um caráter não-religioso à sociedade.</p>
<p style="text-align: left;">A mesma burguesia apoiou a formação de professores leigos e uma nova cultura, que lhes desse um status social de acordo com as posses que obtiveram.<br />
Delineava-se uma mudança de atitude, de caráter artístico e literário, a Renascença, e de caráter religioso, a Reforma.<br />
A partir do século XIV, a estrutura rígida ditada pela Igreja começa a ser contestada.<br />
Surgem outras seitas cristãs. Há uma maior liberdade e um maior interesse pela pessoa humana.<br />
Inicia-se o movimento protestante que altera a história da civilização ocidental com a quebra da unidade do pensamento cristão.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Casais de Artistas - amor, arte e paixão</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/artes-visuais/casais-de-artistas-amor-arte-e-paixao/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 00:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artes-Visuais]]></category>

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		<description><![CDATA[Na cidade alemã de Colônia, está em cartaz a exposição Künstlerpaare - Liebe, Kunst, Leidenschaft:  (Casais de artistas - amor, arte e paixão).

Frida e Diego, no dia de seu casamento.
Claudel &#38; Rodin, Münter &#38; Kandinsky, ou Saint Phalle &#38; Tinguely – os nomes desses casais de artistas são muito conhecidos pelos apreciadores de arte. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na cidade alemã de Colônia, está em cartaz a exposição Künstlerpaare - Liebe, Kunst, Leidenschaft:  (Casais de artistas - amor, arte e paixão).</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/fridadiego-1929.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-362" title="fridadiego-1929" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/fridadiego-1929-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a></p>
<p>Frida e Diego, no dia de seu casamento.<span id="more-361"></span><br />
Claudel &amp; Rodin, Münter &amp; Kandinsky, ou Saint Phalle &amp; Tinguely – os nomes desses casais de artistas são muito conhecidos pelos apreciadores de arte. Por isso mesmo é tão surpreendente que nunca tenha sido objeto de estudo em uma exposição como &#8220;Casais na Arte&#8221;. O Museu Wallraf- Richartz, em prémière mundial, mostra como artistas influenciaram e inspiraram o outro com seu amor.  A mostra contempla as vidas, o amor e o trabalho que uniu treze celebrados casais de artistas. Relações escandalosas e intempestivas como a de Frida Kahlo e Diego Rivera são apresentadas junto a outras mais convencionais como a de Paula Modersohn-Becker e Otto Modersohn.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/otto-e-paula-modersohnbmp.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-363" title="otto-e-paula-modersohnbmp" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/otto-e-paula-modersohnbmp.jpg" alt="" width="261" height="255" /></a></p>
<p>Otto Modersohn e Paula Modersohn-Becker.</p>
<p>Sem preocupar-se como os romances entre os artistas transcorreram, a exposição demonstra como todos tiveram um enorme processo criativo em comum.<br />
O estilo de alguns artistas foi claramente influenciado pelo parceiro, como mostram obras do pintor Vassili Kandinski e sua mulher Gabriele Münter.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/kandinsky.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-364" title="kandinsky" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/kandinsky-206x300.jpg" alt="" width="206" height="300" /></a></p>
<p>Wassily Kandinsky e Gabriele Münter.</p>
<p>Algumas vezes essa influência perdurou até depois da separação, como no caso dos artistas Niki de Saint Phalle e Jean Tinguely.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/nikiphalle1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-365" title="nikiphalle1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/nikiphalle1.jpg" alt="" /></a><br />
Mais de uma centena de obras das mais variadas épocas e tendências - desde o expressionismo até o dadaísmo compõe a exposição, que ficará em cartaz em Colônia até 7 de fevereiro de 2009, seguindo para Haia, na Holanda, de fevereiro a junho de 2009.</p>
<p>Os casais de artistas :<br />
1. Camille Claudel (1864-1943) e Auguste Rodin (1840-1917)<br />
2. Paula Modersohn-Becker (1876-1907) e Otto Modersohn (1865-1943)<br />
3. Marianne von Werefkin (1860-1938) e Alexej von Jawlensky (1864-1941)<br />
4. Gabriele Münter (1877-1962) e Wassily Kandinsky (1866-1944)<br />
5. Natalia Gontscharowa (1881-1962) e Michail Larionow (1881-1964)<br />
6. Hannah Höch (1889-1978) e Raoul Hausmann (1886-1971)<br />
7. Sophie Taeuber-Arp (1889-1943) e Hans Arp (1886-1966)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/delaunays.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-366" title="delaunays" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/delaunays-300x285.jpg" alt="" width="300" height="285" /></a></p>
<p>8. Sonia Delaunay-Terk (1885-1979) e Robert Delaunay (1885-1941)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/stieglitz_okeeffe.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-367" title="stieglitz_okeeffe" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/stieglitz_okeeffe.jpg" alt="" width="190" height="207" /></a></p>
<p>9. Georgia O&#8217;Keeffe (1887-1986) e Alfred Stieglitz (1864-1946)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/frida-e-diego-small.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-371" title="frida-e-diego-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/frida-e-diego-small-210x300.jpg" alt="" width="210" height="300" /></a></p>
<p>10. Frida Kahlo (1907-1954) e Diego Rivera (1886-1957)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/pollockandkrasner.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-368" title="pollockandkrasner" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/pollockandkrasner-300x254.jpg" alt="" width="300" height="254" /></a></p>
<p>11. Lee Krasner (1908-1984) e Jackson Pollock (1912-1956)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/pic_charles_and_ray_eames.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-369" title="pic_charles_and_ray_eames" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/pic_charles_and_ray_eames.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a></p>
<p>12. Ray Kaiser Eames (1912-1988) e Charles Eames (1907-1978)</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/niki-e-tinguelybmp.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-370" title="niki-e-tinguelybmp" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/niki-e-tinguelybmp.jpg" alt="" width="266" height="199" /></a></p>
<p>13. Niki de Saint Phalle (1930-2002) e Jean Tinguely (1925-1991)</p>
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		<title>Arte carolíngia em Aix-la-Chapelle (Aachen)</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/historia-da-arte/arte-carolingia-em-aix-la-chapelle-aachen/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 01:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arte Sacra]]></category>

		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[A gama da arte cristã primitiva era tão ampla quanto as atitudes intelectuais da época.

Catedral de Aachen, interior.
Num extremo, havia estilos tão saturados de espiritualismo que eram um repúdio total da tradição clássica; noutro, uma síntese entre o naturalismo clássico e abstrações formais que reflete razoavelmente a perspectiva de cristãos educados, como Clemente de Alexandria, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gama da arte cristã primitiva era tão ampla quanto as atitudes intelectuais da época.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/copia-de-aachen-interior-cupula.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-348" title="copia-de-aachen-interior-cupula" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/copia-de-aachen-interior-cupula-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Catedral de Aachen, interior.<span id="more-346"></span></p>
<p>Num extremo, havia estilos tão saturados de espiritualismo que eram um repúdio total da tradição clássica; noutro, uma síntese entre o naturalismo clássico e abstrações formais que reflete razoavelmente a perspectiva de cristãos educados, como Clemente de Alexandria, teólogo que viveu de 150 a c.215.</p>
<p>A fusão da arte romana da Antiguidade Clássica, da arte paleo-cristã e da arte bizantina aos elementos da herança germânica resultou no renascimento carolíngio.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/aachen-catedrais-medievais.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-349" title="aachen-catedrais-medievais" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/aachen-catedrais-medievais-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>A arte carolíngia inicia-se com Carlos Magno (780 d.C.) e prolonga-se por mais de um século.<br />
Carlos Magno, a figura política mais poderosa da Alta Idade Média, foi responsável pelo florescimento do Cristianismo e pelo ressurgimento da arte antiga. Foi um  grande patrono das artes.<br />
Um edifício carolíngio realmente excepcional foi a capela do palácio em Aachen, cuja construção foi inspirada na igreja de San Vitale em Ravenna.<br />
Carlos Magno ao longo das suas várias viagens a Roma e outras cidades conheceu edificações de arquitetura da Antiguidade Clássica e bizantinas.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/aachen-1-catedrais-medievais.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-354" title="aachen-1-catedrais-medievais" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/aachen-1-catedrais-medievais-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><br />
Com o intuito de consolidar a unificação do Ocidente sob  o domínio germânico, Carlos Magno incorporou a sua política o patrimônio espiritual e artístico da Antiguidade, das culturas paleo-cristãs e germânicas.<br />
Sua residência em Aachen, ou como é conhecida no Brasil, Aix-la-Chapelle, foi o primeiro passo.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/aachen-catedral1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-350" title="aachen-catedral1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/aachen-catedral1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>A Capela palatina de Aachen teve imensa influência na arte, tanto quanto teria, séculos depois, a da Sainte Chapelle.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/aachen-interior-vitrais-catedrais-medievais.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-355" title="aachen-interior-vitrais-catedrais-medievais" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/aachen-interior-vitrais-catedrais-medievais-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>As artes decorativas e figurativas do período carolíngio evidenciam a confrontação direta entre a arte cristã primitiva e a bárbara.<br />
Nota-se a contribuição bárbara, a partir das tradições anglo-saxônicas e lombarda, no campo da ornamentação, enquanto que o impacto das formas paleo-cristãs foi mais forte no desenho das figuras.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/aachen-esculturas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-351" title="aachen-esculturas" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/aachen-esculturas.jpg" alt="" width="171" height="215" /></a></p>
<p>Os manuscritos com iluminuras são o que conhecemos da pintura carolíngia,</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/copia-de-evangeliario-de-aachen.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-352" title="copia-de-evangeliario-de-aachen" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/copia-de-evangeliario-de-aachen.jpg" alt="" width="250" height="293" /></a></p>
<p><em> O homem rico e o pobre Lázaro, Evangeliário do imperador Otão III, tesouro da Catedral de Aachen.</em></p>
<p>embora saiba-se que a cúpula de Aachen estivesse recoberta de mosaicos, que foram destruídos. A julgar pelos mosaicos existentes em Gérmigny-de-Près, do mesmo período, é provável que tenham sido executados por artesãos bizantinos.</p>
<p>Os mosaicos que hoje recobrem a cúpula foram colocados na reconstrução pós-guerra.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/copia-de-aachen-mosaico.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-353" title="copia-de-aachen-mosaico" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/copia-de-aachen-mosaico-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A catedral incluiu-se nas primeiras doze edificações humanas a receber da UNESCO, em 1978, a classificação de Patrimônio da Humanidade.</p>
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		<title>Selene e o pastor</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 02:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Escultura]]></category>

		<category><![CDATA[Mosaico]]></category>

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		<description><![CDATA[Na mitologia grega, Selene (em grego antigo Σελήνη ) era a deusa da Lua, filha dos titãs Hiperion e Tía.

A deusa da Lua, Selene, coroada com uma lua crescente aproxima-se do pastor adormecido Endymion. Mosaico. Período: Império romano. Bardo Museum, Tunis, Tunisia.
Selene era retratada como uma linda mulher de pele muito alva, que conduz um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na mitologia grega, Selene (em grego antigo Σελήνη ) era a deusa da Lua, filha dos titãs Hiperion e Tía.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/selene-m-bardo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-342" title="selene-m-bardo" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/selene-m-bardo-300x272.jpg" alt="" width="300" height="272" /></a></p>
<p>A deusa da Lua, Selene, coroada com uma lua crescente aproxima-se do pastor adormecido Endymion. Mosaico. Período: Império romano. Bardo Museum, Tunis, Tunisia.<span id="more-341"></span></p>
<p><span lang="ES">Selene era retratada como uma linda mulher de pele muito alva, que conduz um carro puxado por dois bois brancos ou uma parelha de cavalos.Também foi representada montando um touro ou um cavalo, trajando uma túnica, coroada pelo crescente lunar e segurando uma tocha.</span></p>
<p>Na mitologia romana, era a deusa Luna. A ela foi dedicado um templo no monte Aventino, no século VI a.C. e destruído no grande incêndio de Roma provocado pelo Imperador Nero.<br />
O nome Selene, do grego, vem de <em>selas</em>, “luz”<br />
Posteriormente, escritores a substituíram em seus poemas por Artemis, filha de Zeus ou de Palas.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/selene-m-pio-clementino.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-343" title="selene-m-pio-clementino" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/12/selene-m-pio-clementino-162x300.jpg" alt="" width="162" height="300" /></a></p>
<p>Selene, a deusa da Lua, coroada com o crescente. Escultura em mármore. Período: Império romano. Museu Pio-Clementino, Museu do Vaticano.</p>
<p>Homero, em seu hino a Hermes, narra: é a brillante Selene, filha de Palas, filho de Megamedes.<br />
Hélio, o deus do sol, é seu irmão. Quando ele termina sua viajem no céu, Selene inicia a sua jornada quando a noite cai sobre a terra. Éos, sua irmã, é a deusa da aurora.<br />
Endimión era um belo pastor da Asia Menor.Em outras narrativas, seria um rei ou caçador. Era tão belo que Selene, a deusa da Lua, pediu a Zeus (ou a Hipnos) que concedesse a ele vida e juventude eternas. E para que nunca a deixasse, Zeus o colocou em um sono eterno com a aquiescência de Endymion. A cada noite, Selene o visitava na caverna onde permanecia dormindo. Tiveram cinquenta filhas.<br />
Outras deusas eram associadas à Lua, mas somente Selene era representada pelos antigos poetas gregos como a Lua encarnada. As outras deusas gregas eram Pasiphae, as Leukippides, Eileithyia, Hekate, Artemis, Bendis, e Hera.</p>
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		<title>Mosaicos de Zeugma</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 03:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mosaico]]></category>

		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O historiador Plínio relata que Alexandre, o Grande, foi o primeiro a construir uma ponte unindo as margens do rio Eufrates na região de Belkis, próxima a Gaziantep, no Sul da Turquia. Eram duas cidades, Seleucia e Apamea, em margens opostas do rio. A travessia no ponto mais favorável era chamada Zeugma, que tornou-se o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O historiador Plínio relata que Alexandre, o Grande, foi o primeiro a construir uma ponte unindo as margens do rio Eufrates na região de Belkis, próxima a Gaziantep, no Sul da Turquia. Eram duas cidades, Seleucia e Apamea, em margens opostas do rio. A travessia no ponto mais favorável era chamada Zeugma, que tornou-se o nome da região a partir do séc.I.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/gipsi-girl-small.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-331" title="gipsi-girl-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/gipsi-girl-small-300x216.jpg" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
<p style="text-align: center;">A garota cigana. Mosaico, Gaziantep.</p>
<p>Este mosaico tornou-se o símbolo de Zeugma. Dizem que pelo mistério que a jovem traz no olhar. Mas pesquisas apontam que essa seria a fisionomia da deusa da Terra, Gaia.<span id="more-329"></span></p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/achelous-mosaic-small.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-332" title="achelous-mosaic-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/achelous-mosaic-small-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p class="slideshow-copy"><span lang="EN-US">Achelous, o rei do Eufrates e mais velho dos Oceânidas, como Poseidon e Oceanus. Achelous ostentava um par de chifres.</span></p>
<p class="slideshow-copy">Em luta com Hércules, o maior dos heróis gregos, pelo amor de uma jovem, foi vencido. Hércules quebrou um de seus chifres, mas mais tarde devolveu-o. Achelous, agradecido, presenteou Hércules com o chifre prodigioso de Amalthea, que o proveria de alimento e bebida sempre que quisesse.  Era a cornucópia, fonte de fartura.</p>
<p class="slideshow-copy"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/the-god-of-abundance-mosaic-small.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-337" title="the-god-of-abundance-mosaic-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/the-god-of-abundance-mosaic-small-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a></p>
<p class="slideshow-copy" style="text-align: center;">Demeter, o deus da abundância. Mosaico.</p>
<p>Zeugma foi um importante centro de comércio no período helenístico.</p>
<p>Durante a época em que esteve sob domínio romano, Justiniano construiu muralhas, tornando Zeugma uma cidade fortificada. Paralelamente ao desenvolvimento comercial, houve um florescimento de atividades artísticas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/the-drama-group-mosaic-small.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-333 aligncenter" title="the-drama-group-mosaic-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/the-drama-group-mosaic-small.jpeg" alt="" width="455" height="342" /></a></p>
<p style="text-align: center;">The drama group. Mosaico.</p>
<p style="text-align: center;">Nessa obra, lê-se a inscrição indicando que foi feita pelo artista Zosimos de Samsota.</p>
<p>Em 1992, começaram as escavações da cidade de Zeugma e residências romanas com maravilhosos mosaicos de pavimento foram descobertos e transferidos para o Museu de Gaziantep.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/zeugma-mosaic1-small.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-334" title="zeugma-mosaic1-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/zeugma-mosaic1-small-300x261.jpg" alt="" width="300" height="261" /></a></p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/eros-psyche-small.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-335" title="eros-psyche-small" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/eros-psyche-small-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Eros and Psyche. Mosaico.</p>
<p>Zeus confirmou sua união e eles, como só os deuses podem,  viveram felizes para sempre,</p>
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		<title>O Mosaico na Arte Pré-Colombiana 2</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 00:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

		<category><![CDATA[Mosaico]]></category>

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		<description><![CDATA[A civilização asteca, assim como a maia, produziu mosaicos com incrustação de pedras preciosas.

Máscara asteca em mosaico de jadeíta e cinnabar, sobre pedra verde.

Máscara de Tezcatlipoca, um dos deuses astecas. ( The skull of the Smoking Mirror), séc. XV-XVI, México.
A base para esta máscara é um crânio humano. Faixas alternadas de turquesa e linhita cobrem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A civilização asteca, assim como a maia, produziu mosaicos com incrustação de pedras preciosas.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/maskmosaic-verde-vermelha.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-324" title="maskmosaic-verde-vermelha" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/maskmosaic-verde-vermelha-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Máscara asteca em mosaico de jadeíta e cinnabar, sobre pedra verde.<span id="more-323"></span></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/mask-turquoise1.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-328" title="mask-turquoise1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/mask-turquoise1-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Máscara de Tezcatlipoca, um dos deuses astecas. ( The skull of the Smoking Mirror), séc. XV-XVI, México.</p>
<p style="text-align: left;">A base para esta máscara é um crânio humano. Faixas alternadas de turquesa e linhita cobrem a superfície. Os olhos foram feitos de pirita de ferro; são discos embutidos em anéis de conchas. A parte de trás do crânio foi retirada e o acabamento foi feito com couro. A mandíbula é móvel, com o uso de dobradiças de couro.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/serpente-de-duas-cabecas1.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-327" title="serpente-de-duas-cabecas1" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/serpente-de-duas-cabecas1-300x155.jpg" alt="" width="300" height="155" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Mosaico de turquesa recobre a Serpente de duas cabeças, séc. XV-XVI, México.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"> Ornamento provavelmente usado em cerimônias como um peitoral. Foi talhado em madeirada e coberto com mosaico de turquesa. Os olhos teriam sido feitos em pirita e conchas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">Os detalhes no nariz e boca de ambas as cabeças são de conchas vermelhas e brancas. O trabalho em mosaico cobre ambos os lados do ornamento.</p>
<p style="text-align: left;">A serpente desempenha um papel importante na religião asteca. É associado a muitos deuses  Quetzalcoatl (Feathered Serpent), Xiuhcoatl (Fire Serpent), Mixcoatl (Cloud Serpent) ou Coatlicue (She of the Serpent Skirt), a mãe do deus asteca Huitzilopochtli. A palavra para serpente em Nahuatl, idioma falado pelos astecas, é  coatl.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/aztecmosaic-mask-wood.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-326" title="aztecmosaic-mask-wood" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/aztecmosaic-mask-wood-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Máscara asteca de madeira com mosaico em turquesa, resina e , sobre o nariz, ouro. Período pós-clássico, de 1350 a 1521.</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana;"> </span><span style="font-size: 7.5pt; font-family: Arial;"></span></p>
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		<title>O Mosaico na Arte Pré-Colombiana 1</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 23:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

		<category><![CDATA[Mosaico]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontramos a arte do mosaico na América pré-colombiana, principalmente nas civilizações asteca e maia. Estátuas de culto, máscaras, capacetes e ornamentos eram recobertos por peças pequenas e irregulares criando uma rica superfície.

Espelho maia com incrustações de turqueza, adornado com serpentes, símbolo dos reis maias de Chichen Itza, na Península de Yucatan.

Estes são mosaicos produzidos pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontramos a arte do mosaico na América pré-colombiana, principalmente nas civilizações asteca e maia. Estátuas de culto, máscaras, capacetes e ornamentos eram recobertos por peças pequenas e irregulares criando uma rica superfície.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/mosaicmirror.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-317" title="mosaicmirror" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/mosaicmirror.jpeg" alt="" width="490" height="492" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Espelho maia com incrustações de turqueza, adornado com serpentes, símbolo dos reis maias de Chichen Itza, na Península de Yucatan.<span id="more-316"></span></p>
<p class="MsoNormal"><span class="jadeitemstext"><span style="font-size: 8pt;" lang="EN-US"></span></span><span class="jadeitemstext"><span style="font-size: 8pt;"></span></span></p>
<p>Estes são mosaicos produzidos pela civilização maia.</p>
<p>Minerais como o quartzo, a malachita, o jade e a turqueza eram usados na execução dos mosaicos.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/jade-mask.jpeg"> </a></p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/jade-mask.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-318" title="jade-mask" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/jade-mask.jpeg" alt="" width="220" height="312" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;">Máscara Mortuária maia em jade. Palenque, México, 800 AD.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/mayajade-mosaic-mask.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-319" title="mayajade-mosaic-mask" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/mayajade-mosaic-mask.jpeg" alt="" width="366" height="420" /></a></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span class="jadeitemstext"><span style="font-size: 8pt;">Máscara maia em mosaico de jade. </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span class="jadeitemstext"><span style="font-size: 8pt;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span class="jadeitemstext"><span style="font-size: 8pt;"> </span></span><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/maia-mosaic-flores.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-320" title="maia-mosaic-flores" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/maia-mosaic-flores-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span class="jadeitemstext"><span style="font-size: 8pt; font-family: Arial;">Máscara maia com mosaico em jade de Calakmul.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/maia-mask.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-321" title="maia-mask" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/maia-mask-300x242.jpg" alt="" width="300" height="242" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Máscara maia.</p>
<p style="text-align: left;">
Eram incrustações em madeira, osso, ouro e cerâmica com o uso de resinas vegetais e uma espécie de argamassa.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/jadeita-mask.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-322" title="jadeita-mask" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/07/jadeita-mask-257x300.jpg" alt="" width="257" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Máscara maia em mosaico de turquesa, jadeíta, osso e madeira. Final do Séc. XV- início do Séc. XVI.</p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size: 8pt; font-family: Verdana; color: #339933;" lang="EN-US"></span></strong><span style="color: #339966;" lang="EN-US"></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mosaico Romano</title>
		<link>http://www.diretoriodearte.com/mosaico/mosaico-romano/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 20:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

		<category><![CDATA[Mosaico]]></category>

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		<description><![CDATA[No império romano, a técnica do mosaico é largamente aplicada como revestimento e decoração coincidindo com a vasta expansão urbanística e a construção de grandes edificações. O mosaico já não é tão intenso como tapete, mas faz parte integrante da arquitetura, alcançando um nível técnico impressionante.

The House of the Tragic Poet, Pompéia. Este mosaico retrata [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No império romano, a técnica do mosaico é largamente aplicada como revestimento e decoração coincidindo com a vasta expansão urbanística e a construção de grandes edificações. O mosaico já não é tão intenso como tapete, mas faz parte integrante da arquitetura, alcançando um nível técnico impressionante.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/mosaicactors-tragicpoet.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-307" title="mosaicactors-tragicpoet" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/mosaicactors-tragicpoet-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>The House of the Tragic Poet, Pompéia. Este mosaico retrata atores que encenam um drama grego.<span id="more-306"></span></p>
<p>É inestimável o valor de uma obra como esta, para os modernos historiadores compreenderem o modo de viver do romano. Estava localizado no <em>tablinium</em> (sala principal) de uma casa romana.</p>
<p>Pode ser visitado no Museu Arqueológico Nacional em Nápolis, Itália.</p>
<p>O mosaico de pavimento já não se satisfaz com um tapete no centro dos  ambientes; cobre inteiramente a superfície, o que torna necessária a simplificação da técnica.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/pompei-mosaic-floor-entrada-casa3.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-311" title="pompei-mosaic-floor-entrada-casa3" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/pompei-mosaic-floor-entrada-casa3-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Mosaico de pavimento em preto e branco na entrada de uma residência em Pompéia.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/pompei-mosaic-floor.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-308" title="pompei-mosaic-floor" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/pompei-mosaic-floor-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Mosaico de pavimento. Pompéia.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Assim nasceu o mosaico em preto e branco de Pompéia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/pompei-mosaic-floor2.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-309" title="pompei-mosaic-floor2" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/pompei-mosaic-floor2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Mosaico de pavimento. Pompéia.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/white-black-mosaic1sec.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-310" title="white-black-mosaic1sec" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/white-black-mosaic1sec.jpeg" alt="" width="300" height="197" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Mosaico de pavimento em preto e branco. Sussex, Grã-Bretanha, séc. I.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/roman-mosaic-perge.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-312" title="roman-mosaic-perge" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/roman-mosaic-perge-192x300.jpg" alt="" width="192" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Mosaico de pavimento. Perge, Turquia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/kerkouanehousefloor.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-313" title="kerkouanehousefloor" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/kerkouanehousefloor-266x300.jpg" alt="" width="266" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Mosaico de pavimento em uma residência em Kerkouane, Tunísia.</p>
<p style="text-align: center;">Já não se usa tanto o emblema e sim os motivos geométricos e florais explorando o máximo de possibilidades em diferentes técnicas de mosaico.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/douggatunisia.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-315" title="douggatunisia" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/douggatunisia-275x300.jpg" alt="" width="275" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Mosaico de pavimento. Dougga, Tunísia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/dog-tragic-poet.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-314" title="dog-tragic-poet" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/dog-tragic-poet-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Mosaico de pavimento no vestíbulo de uma residência, The house of tragic poet, em Pompéia.<br />
Retrata um cão doméstico latindo; abaixo lemos Cave canem, este antigo aviso pode ser traduzido pelo atual &#8220;Cuidado com o cão&#8221;. Encontramos mosaicos similares em outras casas de Pompéia.</p>
<p>A importância e a função dos ambientes estabelece o tema da decoração para salas ou mesmo edificações; cenas mitológicas para os templos, motivos marinhos para as termas, figuras eróticas para os quartos.<br />
Em fins do império romano, há uma maior difusão do mosaico parietal com tesselas de vidro, principalmente em fontes e piscinas.<br />
A pasta vítrea adapta-se perfeitamente à superfícies curvas, resiste à umidade e brilha com a água.</p>
<p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0%; margin-bottom: 11.25pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;">
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		<title>Mosaico Grego</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 15:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História da Arte]]></category>

		<category><![CDATA[Mosaico]]></category>

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		<description><![CDATA[Os primeiros mosaicos gregos de que temos notícia, foram os pavimentais. Eram feitos de seixos rolados em tonalidades de cinza, azul, amarelo, vermelho, branco e preto. Concebidos para complementar a decoração do ambiente, ocupavam o centro da sala, substituindo o tapete.

Detalhe de um mosaico em seixos, retratando centauros, na sala de entrada de uma casa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros mosaicos gregos de que temos notícia, foram os pavimentais. Eram feitos de seixos rolados em tonalidades de cinza, azul, amarelo, vermelho, branco e preto. Concebidos para complementar a decoração do ambiente, ocupavam o centro da sala, substituindo o tapete.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/mos-seixo4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-298" title="mos-seixo4" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/mos-seixo4-300x239.jpg" alt="" width="300" height="239" /></a></p>
<p>Detalhe de um mosaico em seixos, retratando centauros, na sala de entrada de uma casa. Pella (cidade da antiga Macedônia, próxima da atual Tessalônica).<span id="more-292"></span></p>
<p>De composição concêntrica, tinham muitas bordaduras geométricas e um motivo central, chamado emblema, de estilo figurativo, representando animais, cenas de caça ou passagens mitológicas.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/mos-seixo12.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-299" title="mos-seixo12" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/mos-seixo12-279x300.jpg" alt="" width="279" height="300" /></a></p>
<p>Mosaico de seixos rolados na cidade de Górdio, Frígia, região da Ásia Menor, atual Turquia, séc. VIII a.C.</p>
<p>Gradualmente, os emblemas helenistas ganharam expressão pelo virtuosismo, que se expressa pelo cuidado minuncioso com detalhes e pelo domínio da cor.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/mos-seixo21.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-300" title="mos-seixo21" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/mos-seixo21-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Cena de Caça. Detalhe de um mosaico de seixos rolados em pavimento, séc. IV a.C. Pella.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"> Depois de colonizar as ilhas do Egeo e a costa da atual Turquia, os gregos iniciaram uma migração no séc. VIII a.C. para a Sicília e o sul da Itália, região que conhecemos como Magna Grécia.</span></p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/magnagrecia.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-302" title="magnagrecia" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/magnagrecia-300x296.jpg" alt="" width="300" height="296" /></a></p>
<p>O famosíssimo mosaico da Batalha de Isso na Casa do Fauno, em Pompéia reproduz uma pintura do século IV a.C.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/alexander_mosaic-all.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-304" title="alexander_mosaic-all" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/alexander_mosaic-all-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Retrata  o  confronto  entre  Alexandre,  o  Grande  e  o  rei  persa  Dario. Séc. II ou final do séc. I a.C.</p>
<p>Familias abastadas da florescente Pompéia  traziam obras e artistas gregos para criarem uma decoraração magnífica para suas residèncias.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/mos-isso.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-303" title="mos-isso" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/mos-isso-259x300.jpg" alt="" width="259" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Detalhe. Rei Dario.</p>
<p>Usa-se agora, a tessela, mármore talhado em forma cúbica de pequeníssimas dimensões.</p>
<p><a href="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/pompeii_art_alexander_great.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-305" title="pompeii_art_alexander_great" src="http://www.diretoriodearte.com/wp-content/uploads/2008/06/pompeii_art_alexander_great-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Alexandre, o Grande. Detalhe do mosaico &#8220;A Batalha de Isso&#8221;.</p>
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