Fauvismo
Baseado nesta comparação, o crítico Louis Vauxcelles, em 1905, no Salão de Outono em Paris, denominou o grupo de artistas que expunha “Les Fauves”, os animais selvagens ou as feras.
Henri Matisse. Harmonia em vermelho, 1897.
Os pressupostos teóricos do Fauvismo estão na violência das cores, na abolição da intelectualidade e na expressão de impulsos vitais ou sensações elementares.
Abolem a perspectiva e a profundidade no espaço. As partes do corpo são segmentadas e as articulações marcadas por contornos escuros.
Recebem a influência das pesquisas sobre a arte negra e imprimem grande dinamismo à composição.
Henri Matisse liderou esse grupo, que era um conjunto de individualidades muito diferentes como
George Braque (1881- 1963)
Georges Braque. Paisagem em L’Estaque, 1906. Óleo.
Raoul Dufy (1877-1953)
Raoul Dufy. As três sombrinhas.
Albert Marquet (1875-1947)
A. Marquet, Praia de Fecamp.
Maurice de Vlaminck (1867-1958),
Maurice Vlaminck. Le Restaurant de la Machine à Bougival, 1906.
André Derain (1880-1954):
Georges Rouault (1871-1958),
Georges Rouault. Os três palhaços, 1928.
Othon Friesz
Emile Othon Friesz. La Cliotat, 1906.
Kees Van Dongen (1877-1968), holandês
Henri Matisse (1869-1954)
Henri Matisse. Blue room.
O Fauvismo foi uma violenta reação contra os elementos decorativos que definiram o estilo Art Nouveau. Buscaram o instinto em lugar da razão e sofreram a influência de Paul Gauguin.
No Brasil, guardam as características fauves os artistas Inimá de Paula e Kaminagai.









